31 de maio de 2009

Plantando no Japão - Mini horta orgânica

No passado, era comum nossos avos ou pais, terem no quintal de casa uma horta com ervas e hortaliças para o consumo diário da familia. No decorrer dos anos essa prática foi se perdendo por falta de tempo das pessoas pra se dedicarem a manutenção da horta e com a facilidade de encontrar tudo “limpinho” e pronto nos mercados e feiras. O problema é que descobriu-se que havia um enorme exagero de agrotóxicos, venenos, adubos sintéticos, terra saturada… no plantio das mesmas. Dai as pessoas que estão preocupadas com o meio ambiente e com a própria saude começaram a se questionar sobre o plantio e a forma de consumo. Então, hoje temos (ainda bem) um grande número de pessoas conscientes e exigentes, e com isso surgiu o ORGANICO.

Sempre ouvimos falar em verduras orgânicas, mas o que vem a ser?

Horta orgânica é aquela que não há o uso de agrotóxicos para eliminar pragas e doenças. Há rodízio de terra, ou seja, onde tem alface plantado hoje, depois planta-se outra verdura, para poder aproveitar melhor a terra ou simplesmente poder tratá-la e deixar “descansar” por um tempo. Também não se usa adubo sintético, se usa o adubo natural. Quanto menos modificar a natureza, melhor, pois os próprios insetos cuidarão para que a cadeia alimentar funcione e acabe com qualquer desequilíbrio.

Bom, não sou radical, em casa consumimos carne vermelha, não somos vegetarianos, admiro e muito as pessoas que o são, pois eu mesma não consigo. Mas tenho consciencia do mal que o consumo de carne em exagero faz, então, procuramos não ter a carne como o carro chefe de uma refeição.

No Brasil morava em chácara e sempre tive contato com terra, agua, bicho... colhia verduras e frutos para minha mãe, quando me pedia. Naquela época nem pensava em preservação da natureza, nem imaginava que agrotóxicos faziam mal a saúde!

Com a maternidade tudo mudou!

Meu modo de pensar, de agir, de falar e até mesmo de vestir!!!

Preocupações com o futuro, com o destino do mundo em que vivemos passaram a fazer parte do meu dia-a-dia. Porque quero um futuro melhor para o meu filho. Quero deixar um mundo limpo e verde, onde ele possa brincar de subir em arvores e rolar na grama, assim como eu o fiz. Quero que ele tenha saúde e possa comer verduras frescas e frutas de qualidade assim como eu tambem comi. Por isso, mesmo aqui no Japão, onde não temos espaco, nem terra, nem quintal, dei um jeito de plantar e cultivar minhas verdurinhas, ervas e florzinhas!

Não vejo a hora de começar a preparar papinhas para o meu pequeno, com ervas e verduras fresquinhas, tiradas do meu proprio jardim. Todos os dias pela manhã ele fica no carrinho observando eu molhar as plantas e ele desde já, adora e se distrai um bocado!!

Aqui no Japão temos uma infinidade de ferramentas, vasos, enfeites e mudas de excelente qualidade e de preços variados. Encontramos tudo isso desde 100Yen Shop a Home Center. Em épocas de crise financeira (como agora) além de dar uma aliviada no supermercado a gente ainda ocupa o tempo cuidando das plantas! =)

Aqui vão algumas dicas:
Reutilizo a agua da banheira ( tanto da banheirinha do bebe, como a do ofurô) para molhar as plantas.
Quando preciso de uma quantidade maior de terra, recolhemos um pouco na beira do rio e misturamos com terra comprada.
Para adubar utilizo esterco de vaca (encontramos uma fazendinha aqui perto de casa, onde nos vendem bem baratinho). Tambem uso casca de ovo, conchinha seca de frutos do mar. Pra quem quiser saber como se faz: essas conchinhas de “assari”, depois de come-las, deixe de molho num balde com agua, depois coloca pra secar no sol por uns 3 dias, enrole num pano algumas unidades e quebre com um martelo, ate ficar bem amassadinho, vira um po. Esse pozinho serve para polvilhar sobre a terra a cada 2 semanas. É uma otima fonte de calcio e vitaminas para a planta.
Borra de cafe é otimo para espantar formigas e evitar que gatos venham defecar na terra.
No lugar de veneno, pulverizo as folhas com uma mistura de agua e vinagre, para acabar com pulgoes.
Aquela agua que lava o arroz tambem e ótima para molhar as plantas.
Substituo vaso grande por caixa de isopor, dessas que alguns mercados dão de graca.
Moro em apartamento, planto em vasos e unica terra que tenho é um espaço no canteirinho em frente ao apato. Mas mesmo assim esse ano teremos: salsa, cebolinha, rucula, pimentão, pepino, ervilha, erva cidreira, alecrim, hortelã, manjericão, nigaori, myoga, berinjela, couve e rabanete.

Para plantar em vaso:
No fundo coloque algumas pedrinhas para drenar a agua. Coloque terra, plante a muda e complete com terra. Molhe em seguida.
Após uma semana do plantio comece a adubar e faca isso uma vez por semana.
Molhe diariamente, pela manha ou quase ao anoitecer.
Verduras no geral, gostam de lugar com sol. O ideal e pesquisar um pouco sobre a planta antes de plantar, pois varia bastante.
Algumas, como a berinjela, não gostam de muita agua, outros como a rúcula, gostam de um pouco de sombra.
O procedimento é o mesmo para plantar com sementes, basta separar depois, quando virarem mudas.

Com uma horta dessa você: espanta o tédio, come bem, ensina o valor da natureza aos seus filhos e ainda economiza! Pode ate presentear amigos com alguma muda, basta plantá-la num vaso bem bonito e embrulhar para presente !

E aí, alguem topa tentar? ;-p

Meu nome e Kelly Yamada,tenho um filho de 5 meses e uma “filha cachorra” de 1 ano.Estou viciada em maternidade desde que me vi gravida e estou amando todos esses momentos de gloria e de choros tambem!!!!!!

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30 de maio de 2009

A experiência de ser mãe

Engravidei do meu filho sem programar e me lembro claramente quando peguei o resultado: POSITIVO.

O nome era bem pequeno, mas na hora era a única coisa que aparecia naquele papel que a recepcionista me entregou.

Uma mistura de sentimentos bateu e eu não sabia o que pensar. Sei que ria e chorava muito.

Não tinha casa, na época eu dividia apartamento, não era casada, estava sem trabalhar, o que a minha mãe ia pensar???? Meu Deus!

Mas, ao mesmo tempo eu ria, ria muito. Eu, mãe? MÃE???!!!!

Os meses foram passando e os muitos incômodos iniciais também. A barriga não aparecia, eu tinha que dizer que tava grávida, se não, ninguém saberia.

Chegaram os 6 meses, a barriga visível e eu cada dia mais orgulhosa e feliz!
E chegou o grande dia.

Me preparei nove meses pra um parto normal, tranquilo, como minha obstetra tinha me sugerido e incentivado. A bolsa rompeu e eu fiquei esperando as famosas contrações... Fui para o hospital e fiquei esperando as contrações e nada. Até que a médica chegou e informou que eu subiria para o bloco cirúrgico. Decepção total! =(

Ainda tentei argumentar com ela que não queria, mas ela foi taxativa que não iria "arriscar" mais e eu aceitei a decisão dela.

Desde aquele instante até hoje vivo uma emoção a cada dia!

A proxima preocupação seria com a amamentação. Eu fazia questão de amamentar meu filho SÓ DE LEITE DO MEU PEITO até, no mínimo os seis meses, como eu tinha lido e aprendido. Meus peitos eram tão pequenos. Como eu seria capaz de alimentar UMA criança? E se doesse?

Não dói!

E sim, eles foram suficientes pra alimentar não apenas meu filho, mas a filha da vizinha, que chegou recém-nascida à sua casa e eu me ofereci pra dar o meu peito, pra que ela fosse ainda mais bem-cuidada e amada.

Doei amor e vida a dois bebês!

Me senti a maior de todas as mulheres. E como por milagre, quanto mais eles sugavam, mais meus peitos se enchiam de leite, mais eu ficava feliz. Meu Deus! Eu chorava agradecida.

São desses milagres da vida que não sabemos explicar. Apenas contar.

Por meu filho eu viro leoa. Quando ele adoece, é minha saúde que eu ponho em sacrifício, para que ele fique curado.

Sonho com a possibilidade de ter outro filho, de sentir tudo novamente e de mostrar ao mundo que Deus não perdeu as esperanças no homem. Cada novo bebê é a renovação desse pacto de amor entre Deus e a humanidade.

Quero me doar cada dia mais nesse aprendizado maravilhoso de amar, gerar, criar e educar um ser.

É isso!

Obrigada.

Meu nome é Josenilda Alves, sou Mãe do Bruno Alves, de dois anos, moro no Brasil e sou leitora assídua do Blog Vida Verde, da Thais, e foi através dela que cheguei até vocês.

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29 de maio de 2009

Instinto Materno

Fiquei pensando aqui sobre o que escrever para participar da promoção! Meus partos foram cesáreas, não dá! Sobre a amamentação? Seria legal! Dessa última vez tive até mastite com 9 meses de amamentação!!! Teria feito muitas desistirem, mas aqui estamos muito bem por quase 1 ano e 5 meses! Aí me lembrei da frase: “que tenha como tema a maternidade e que possa "auxiliar" outras mães que lêem o blog.”

Fiquei pensando em como a maternidade me transformou. Sim, eu sei que ela sempre transforma, mas acho que me expressei mal! Fiquei pensando em como fui me transformando cada vez que fui mãe!

Quando fui mãe a primeira vez eu queria fazer tudo certo, ouvir a opinião de todos (lembrando que naquela época a internet não estava em qualquer lugar e por isso eu não tinha), ouvir o pediatra como quem ouve a Deus e seguir a risca os conselhos de vovós experientes!!! A Luiza chupou chupeta com 3 dias de vida. Tomou mamadeira com 1 mês (mas foi amamentada até 7 meses). Dormiu no seu próprio quartinho desde 1 semana de vida! Aprendeu a dormir sozinha com 7 meses depois de chorar no berço por quase 2 horas (como ensinavam os livros, pois era bom o bebê ter independência). Era mais carregada no carrinho do que no colo, pois colo demais faz mal!!! Algo me dizia que algumas coisas não estavam certas, mas eu não sabia o que era esse “algo”.

Aí fui mãe pela segunda vez. Mais uma vez eu queria fazer tudo certo. Amamentei e não dei mamadeira até quase 10 meses, quando o pediatra disse que o leite do peito estava fazendo o Henrique não aceitar comida! Tirei o peito do meu bebê de um dia para o outro. Ele chupou chupeta com 3 dias de vida! Dormiu no seu quartinho sozinho, pois era um bebê com certa independência!!! Era pouco carregado para não ser mal acostumado! Muitas vezes algo me dizia que alguma coisa não estava certa, mas ainda eu não sabia o que era esse “algo”.

Aí fiquei grávida pela terceira vez! Internet em casa o dia inteiro. Isso não significa que tudo o que se lê na internet esteja certo, mas é uma grande ferramenta de busca e filtrando bem podemos aprender muito! Buscado sobre partos encontrei um grupo de mães que pensam diferente! Ops! Acho que me achei! Apesar de algumas coisas não terem acontecido como eu desejava e de eu ter comprado duas chupetas, três mamadeiras e um esterilizador de mamadeiras o Pietro está sendo criado diferente!

Ele não chupou chupeta. Eu até tentei dar, mas algo me dizia que não era por aí que eu deveria seguir. Eu comprei uma lata de Nan e tentei dar para meu bebê quando achei que meu leite estava acabando, mas algo me disse que eu tinha leite sim, e que meu corpo era capaz de nutrir o filho que gerei! O Pietro ficava e ainda fica o dia inteiro no colo, slingado, bem pertinho pois algo sempre me disse que bebê não deve ser independente senão teria nascido tartaruga marinha e não humano!!! O Pietro mamou no peito exclusivamente até os sete meses e meio quando se mostrou pronto para comer outros alimentos e algo me dizia que estava certo o que eu estava fazendo! O Pietro dorme juntinho dos pais, bem aconchegado pois algo me dizia que bebês precisam dessa proximidade.

Dessa vez eu não ouvi pediatras, não ouvi vizinhas, amigas nem vovozinhas experientes. Dessa vez eu resolvi seguir o “algo” que falava dentro de mim desde que fui mãe pela primeira vez. Dessa vez eu descobri que o “algo” sempre esteve certo. Descobri que seguindo o que o “algo” diz as coisas ficam muito mais fáceis e eu acabava acertando muito mais do que errando.

Acho que o que mais me ajudou nessa ultima vez que fui mãe foi que descobri que toda mãe tem instinto materno. Descobri que o “algo” que sempre me falou era o meu instinto que eu sempre tentei negar. Dessa vez meu filho foi criado pelo meu instinto e não pelos sábios de plantão! Dessa vez eu acreditei em mim como mãe e acredito que toda mãe deve sempre seguir seus instintos. Toda mãe deve acreditar em si mesma! A mágica de gerar um filho trás junto um presente divino que é o instinto materno! E como todo presente divino, não pode ser negado!


Eu com Pietro no colo, Henrique e Luiza! Ah! E o vento bagunçando os cabelos!
Também escrevo no http://coisinhasdemae.blogspot.com

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28 de maio de 2009

Amadurecendo com a Maternidade

Quando pequena, sempre gostei de brincar com bonecas mas nunca sonhei com a maternidade e nunca imaginei que isso poderia acontecer tão cedo em minha vida.

Confesso que no inicio o pânico tomou conta de mim e o desespero era maior a cada hora que se passava. Logo as semanas foram passando e os enjoos foram ficando piores, mas algo dentro de mim mudava: eu me tornava mãe.

Foram dias e mais dias passando mal mas também foram dias gloriosos onde eu fui descobrindo que a maternidade era algo magico pois havia alguém dentro de mim que era totalmente dependente. Com o passar das semanas comecei a preparar as coisas para a chegada desse, ainda, pequeno ser.

Um dia, durante uma consulta do pré-natal, o medico me alertou de um possível aborto espontâneo pois meu útero estava um pouco inchado e recomendou repouso absoluto. Cheguei em casa arrasada. Chorei, lamentei cada dia que desejei não estar gravida e orei. Pedi a Deus que me concedesse a chance de ser mãe e que ele não levasse meu bebe. Duas semanas depois, minhas preces tinham sido ouvidas e o medico disse que não havia mais tal perigo. Nesse dia me tornei mãe pela segunda vez.

Os meses passavam, a barriga crescia até que finalmente o dia tão esperado chegou, ou pelo menos parecia que tinha chegado. Minha bolsa estourou no meio da madrugada e fomos para o hospital mas ao chegar la, eu não tinha nada de dilatação e nem contrações. Passaram-se mais de trinta horas e nada... Quando o medico veio e disse que seria melhor fazer uma cesárea, meu mundo caiu novamente. Estava tão esperançosa de que meu parto seria normal mas enfim, tive que partir para a cesárea por indicação do médico naquele momento.

Demorou algumas horas até que eu pude ter meu bebe nos braços mas ainda sem poder amamenta-lo por conta dos medicamentos. Mal podia esperar para fazê-lo e quando o fiz, meu bebe que havia sido alimentado com leite em pó na mamadeira até então, não conseguia sugar o meu peito. Tive sorte de ter uma enfermeira tão experiente ao meu lado naquele momento, que me ensinou a maneira certa de amamentar e não me deixou desistir em momento algum. Tive que deixar meu bebe ficar com fome quase um dia inteiro para que conseguisse fazê-lo mamar no peito. E consegui!

Ao deixar o hospital, planejava amamenta-lo somente no peito mas meu marido, com medo de que o bebe estivesse com fome, insistiu para que eu desse leite em pó como complemento e eu o fiz. Mas achava que aquilo não estava certo pois eu pensava: Minha mãe criou três filhas só com o leite do peito, porque eu também não posso fazê-lo? Aboli, então, o leite em pó e brigava com meu marido quando ele queria dar. Deixei muita coisa de lado para poder estar integralmente a disposição de minha filha quando ela quisesse mamar.

Se me arrependo? NUNCA! Amo amamentá-la e ela mama é bem gulosinha! rssss
Até quando ela acorda no meio da madrugada querendo mamar eu acho super-gostoso!

Hoje não imagino minha vida sem minha bonequinha. Meu marido já esta planejando mais um mas por enquanto eu quero mais é curtir minha pequena que a cada dia que passa, mais alegria traz a minha vida.

Aconselho a todas as mamaes e futuras-mamaes: Amamentem! A amamentação faz-nos sentir mais completas nessa maravilhosa experiência que é a maternidade.

Elisa Keiko Ito tem 23 anos, mora em Kanagawa (região de Tóquio) e no momento é "apenas" mãe da Isabela em tempo integral! =D

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27 de maio de 2009

Ofurô de bebês

O TummyTub é uma banheira terapêutica especialmente elaborada para bebês recém nascidos até os 06 meses de vida, que foi desenvolvido por Holandeses.

Os bebês, dentro do TummyTub, adaptam-se facilmente à posição fetal e permanecem calmos e relaxados.

O plástico usado é transparente, para facilitar a visualização do bebê. O TummyTub não é tóxico e é reciclável.

Não existem arestas cortantes, a sua base é anti-derrapante e na parte inferior há um centro de gravidade que permite grande estabilidade e segurança.

O fato de ser um reservatório de reduzidas dimensões permite poupar água e energia, mantendo-a quente durante cerca de 20 minutos. Mesmo quando está cheio é fácil de transportar, não só pelo seu reduzido peso, mas também porque têm alças ergonômicas.

Se a mamãe pudesse fazer um único pedido especial nos primeiros meses de vida de um bebê certamente ela desejaria saber o que aquele choro incessante quer dizer, ou seja, por quê o bebê chora tantas vezes. Uma das explicações discutidas por especialistas do mundo todo é que o bebê, quando desenvolve sua memória a partir do sexto mês de gestação, fica acostumado ao ambiente do útero materno: protegido, aquecido, meio aquático e escuro.

Quando a mãe começa a dar banho no bebê, a água em contato com a pele ativa sua memória e ele percebe que está em um ambiente claro, pouco aquecido e que não está na posição que ele estava acostumado ficar (fetal) enquanto no útero da mãe. Assim, os bebês, na sua maioria, enrijecem os bracinhos e perninhas, movimentos incentivados pelo sistema nervoso central, ligado diretamente ao intestino. Esses movimentos geram contrações e descontrações do intestino, ocasionando cólicas nos bebês algum tempo depois do banho.

E foi pensando em transmitir ao bebê uma transição tranqüila do útero da mãe para o mundo que nasceu o TummyTub.

Eu procurei o TummyTub a principio por causa das cólicas do meu filho, alguém em algum momento me disse que acalmava a criança e aliviava das cólicas.

Acontece que soube também que um balde de 15 litros faria as vezes do pequeno ofuro sem problemas e resolvi usar um comum mesmo.

O sussesso foi tão grande que mesmo hoje (ele com quase 6 meses) eu ainda utilizo e ele adora!

Aquele é o ambiente dele, parece que lá dentro ele pode tudo, ele brinca, roda, bate os bracinhos(a água espirra e ele nem assusta mais), e como ele ja esta ficando com as perninhas fortes eu só tenho que tomar cuidado porque agora ele fica levantando e sentando toda hora e sozinho!!!

Posso dizer que o banho de balde foi minha salvação e agora é nossa diversão!!!

Deixo aqui um video do meu pequeno se divertindo no balde!


Beijos

Marisa Tiyoko, mora em Toyota shi, Aichi ken, é mãe do Felipe de 5 meses e está no Japão a 12 anos. Ela também é da familia do Sushicast! ;-p

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26 de maio de 2009

Um ínicio de amamentação difícil

Caetano chegou junto com a primavera de 2007, 5h15 do dia 22 de setembro. O parto fora exaustivo e o sonho da amamentação nos primeiros momentos não se concretizou. Eu e meu gigantinho estávamos exaustos, com poucas forças e precisamos nos recompor para iniciar nossa relação de amor através do leite.

Mas não tardou tanto assim. Por volta de uma hora depois nos reencontramos, Caetano instintivamente abocanhou meu seio e ficamos ali, maravilhados com aquele contato. Tanto que nem notei que em certo momento ele largou o bico e passou a mamar na auréola esquerda, deslize imediatamente corrigido pelas parteiras da Casa de Parto que acompanhavam este momento com o intuito de auxiliar e incentivar o ato de amamentar.

Durante aquele sábado, amamentar foi uma delícia. Domingo percebi que ele era mais guloso que os outros bebês que nasciam naqueles momentos na Casa. Pedia muito o peito, tinha uma necessidade imensa de sugar e dormia muito pouco.

Por conta do peso de nascimento de Caetano, 4270k, ficamos por 3 dias na Casa de Parto quando o normal seria 24h. E foi na última noite que passamos lá, de segunda para terça-feira que a amamentação começou a ficar difícil.

Após o nascimento de uma menina, por volta da 1h da manhã, Caetano se agitou. Amamentava, mas não o acalmava. Uma das enfermeiras foi um pouco grossa ao entrar nervosa e dizer – mesmo depois de eu ter passado 2hs amamentando – que não ia falar mais uma vez o que eu tinha que fazer. Assustada, deitei com Caetano e amamentei em posições horríveis por 4 horas sem parar.

Ao amanhecer percebi que um dos meus bicos, o esquerdo, estava praticamente pendurado e o direito ‘apenas’ fissurado. Amamentar perdeu um pouco o brilho e ganhou muita dor e dificuldade.

Na tarde do mesmo dia já estava em casa (ufa!) e achei melhor tentar o famoso bico de silicone. Fomos eu e minha mãe numa farmácia e compramos. Não funcionou. A dor continuava com a presença do bico e Caetano ficava muito nervoso com aquele corpo estranho entre nós. Sem contar que os restos dos ferimentos grudavam no silicone e mesmo fervendo eu encontrava vestígios de sujeira, simplesmente nojento. Tentei por 2 dias e desisti.

Na quinta-feira decidi ordenhar e oferecer meu leite na colherinha para Caetano que aceitou. Assim, o bico descansou e eu combinei este descanso com a aplicação da casca de banana por 15 minutos e luz direta. No domingo o prazer da amamentação já estava conosco novamente.

Neste meio tempo o maluco do pediatra que se dizia a favor da amamentação preparou uma receita ridícula de NAN, alegando que Caetano deveria estar ganhando 30 grs por dia e que isto não estava acontecendo pois, apesar de eu ter um boa oferta de leite ele não conseguia ingerir o necessário. Dei um ponto final na nossa história com este médico louco, marquei com um homeopata e, no tempo em que esperava a consulta com este novo médico contei com o apoio das meninas da Matrice e tudo correu bem. Caetano nunca conheceu o tal NAN.

O prazer em amamentar aumentava gradualmente. Lembro que no ínicio amamentava de frente para um relógio, contando quanto tempo durava cada mamada. Não que em determinado momento eu tirasse Caetano do peito por decidir que já estava bom, aliás nem sei dizer porque, mas achava essencial olhar o relógio enquanto amamentava.

No segundo mês tive uma mastite (a primeira). Tive tanto medo de ter que parar de amamentar. Escrevi na lista da Materna e a Flávia Gontijo disse que eu poderia ligar para ela. Era madrugada, liguei e foi fundamental. Passei o resto da noite/madrugada aliviada, oferecendo muito o peito afetado para o Caetano. Acordei bem melhor e segui as outras dicas da Flá (água quente, dança africana, ordenha) e da Analy, que também me escreveu indicando os possíveis motivos da mastite. Foi após este episódio que aposentei o relógio e comecei a olhar mais para o Caetano durante as mamadas. Tentava olhar para cada poro do meu bebê, amamentava e contemplava!

Voltei ao trabalho quando Caetano tinha praticamente 6 meses com uma hora para amamentá-lo. Detalhe: sou educadora e Caetano está frequentando o berçário da Creche em que trabalho. Daí que não sofremos nenhum grande trauma neste período. Cheguei a estocar leite, mas não foi necessário pois amamentei no meio do expediente até que ele completou nove meses.

Tive uma outra mastite – esta bem mais traumática – durante o mês de junho de 2008. Dor, calafrios, febre local. Não parei de amamentar ainda assim e foi amamentando que a inflamação drenou. Alívio. Mais uma vez a parceria Elly&Caetano mostrava sua força.
Comecei a introdução de alimentos aos seis meses, mas ele só se entendeu com os alimentos aos 10 meses. Agora come sozinhpo. . Tem 1 ano e 7 meses e mama durante a noite e e antes de acordar. Depois mama novamente no nosso reencontro diário no percurso até a creche. Daí, quando saímos de lá mais uma mamada e, em casa várias outras. Ou seja, mama muito!

Não serei hipócrita de dizer que amamentar é só flores, mas preciso dizer que é bom demais!

Elly Chagas é mãe do Caetano de 1 ano e 8 meses, companheira do Irineu. Educadora, apaixonada por educação infantil, comunicação e maternidade!
É blogueira e escreve aqui também: http://ellyguevara.wordpress.com

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Mais sobre a promoção

Já recebemos vários textos para a promoção do "Mês das mães" e a partir de hoje, vamos postá-los aqui diariamente!

Visitem-nos! Leiam os artigos, divulguem e comentem!

Vamos incentivar as "maternas" partilharem suas experiências aqui conosco! =D

Lembrando que os textos podem ser enviados até o dia 01 de junho as 12hs no Japão e 31 de maio 0hs do Brasil.

Após essa data, ainda teremos textos para publicar, e estes serão publicados por ordem de recebimento.

A decisão final das premiadas será publicada aqui no blog no dia 05 de junho.

Quero reforçar que os textos não precisam ser muito longos, mas precisam ter começo, meio e fim e que sirvam para informar/ajudar outras mães, ok?

Os textos que não cumprirem essa regra básica, não serão postados.

E também não esqueçam da foto e da descrição de vocês!

Desde já obrigada pela participação! ;-p

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25 de maio de 2009

Duas características muito presentes na Gestação

Cada pessoa é uma pessoa diferente da outra. Cada gestação também é uma gestação diferente da outra, porém há pelo menos duas características que são muito presentes na maioria das gestações.

Essas características são a INTROSPECÇÃO e AMBIVALÊNCIA.

Em primeiro lugar vamos recorrer ao bom dicionário da língua portuguesa para conhecermos o significado dessas duas palavras.

INTROSPECÇÃO: Exame de si mesmo. Descrição da experiência pessoal em termos de elementos e atitudes. Observação, por uma determinada pessoa, de seus próprios processos mentais.

AMBIVALÊNCIA: Coexistência de dois sentimentos antagônicos, por exemplo, amor e ódio à mesma pessoa. Atitude que oscila entre valores diversos e, às vezes, antagônicos.

Quando você recebe a notícia de que o exame de gravidez deu positivo, essas duas características, ou seja, a introspecção e a ambivalência, já começam a aflorar naquele exato instante, mesmo que timidamente.

Logo após a primeira reação, de alegria extrema e contagiante nos casos em que a gestação foi planejada e desejada e de ‘surpresa’ quando a gestação aconteceu de forma inesperada, a pessoa começa a pensar nas mudanças que o resultado positivo desse exame de gravidez trarão para a sua vida. Nesse momento você poderá ficar horas e mais horas pensando, pensando e pensando, você estará tão concentrada nesse processo que você estará em um outro tempo, um outro lugar, em uma outra dimensão, com um outro ritmo, um ritmo só seu, um ‘universo particular’, como diria Marisa Monte. E a partir de agora durante toda a gestação esse processo, essa viagem acontecerá de forma recorrente com maior ou menor intensidade dependendo de cada Mamãe.

Em decorrência desse primeiro processo de introspecção, surge um segundo processo, o processo de ambivalência, ou seja, o processo de você se sentir feliz, completa, abençoada por ter recebido esse presente enviado por Deus e pela oportunidade de poder ser Mãe, mas também com medo, receio, ansiedade, pois surgem várias dúvidas cruéis que te farão ficar quase louca, por exemplo, ‘Será que correrá tudo bem durante a gestação’, ‘Será que minha filha será perfeita?’, ‘Será que serei uma boa Mãe?’, ‘Será que minha filha irá gostar de mim?’, ‘Será que conseguirei dar boas oportunidades para a minha filha?’, ‘Será que minha filha será uma pessoa feliz e realizada?’ e essas são só algumas das milhares e milhares de perguntas que permeiam a cabeça de quem espera um bebê durante todo esse processo que dura por volta de 40 semanas.

É muito importante dizer também que essas duas características não são exclusivas das Mamães, os Papais também as sentem e as expressam, às vezes de uma forma mais tímida e reservada, mas se você prestar bem atenção ao Papai que está nascendo ao seu lado certamente as perceberá.

Além disso, as pessoas ao seu redor, familiares e amigos, poderão te achar louca, coisas do tipo ‘Ela muda de opinião toda hora’, ou até poderão achar que você não quer que eles participem desse momento tão especial na vida de todos, mas na verdade você não está louca e nem quer deixá-los de fora desse momento tão especial. É só uma questão de ter um pouco mais de privacidade. Às vezes essa privacidade pode acontecer até entre você e seu marido, ou seja, vocês poderão estar fisicamente juntos, mas cada um no seu ‘universo particular’ e esse tempo é importante, importante para digerir e entender todo esse maravilhoso processo de geração de uma filha, a sua filha, e de nascimento dos Pais.

Então aproveite, aproveite para refletir e sentir todas as dores e delícias que o processo de se tornar Mãe proporciona para uma pessoa e assim quando sua benção chegar você estará pronta para estreiar como Mãe. Boa sorte!

Tatiana Vegi é idealizadora do site Sintaliga - Dicas para Mulheres. Mora no Brasil e está gravida pela primeira vez! Uma Mulher do Bem, que acredita nos prazeres simples da vida e na constante busca de um Mundo Melhor.

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20 de maio de 2009

O parto normal e a montanha russa

Tem gente que acha loucura sentir dor para parir.

Muitas coisas na vida são mais loucas e as pessoas fazem. E sem que haja bem estar algum em jogo.

Pense no seu parto como se fosse um passeio de montanha russa. Essa foi a melhor metafora que encontrei!

Imagine a sua gestação como uma daquelas filas enormes em dia de excursão de escola no Hopi Hari. No verão. Você ali esperando aquela fila se deslocado devagar... muito devagar. Você cansada, os pés doendo. Você vê gente com medo, apreensiva. Gente empolgada que descreve como vai ser para quem nunca andou. E você ali. Sem saber o que esperar. Você também escuta alguns: você é louca! Andar nisso aí??? Nunca!!! Você não viu aquela montanha russa lá em Ximbiquinha do Sudoeste que quebrou e matou todo mundo? E o pior foram os que ficaram mutilados pro resto da vida!

Você faz ouvido mouco e continua ali. Avançando devagarinho. Não tem pra onde ir, é tarde pra pular fora, as grades que separam a fila são altas, só dá pra seguir em frente.

Aí você vê quem está saindo, gente meio tonta, com uma expressão que você não entende, cambaleando, passando mal. E você pensa: onde é que eu fui me meter?
Quando você está chegando perto o cansaço está maior, você tem que ficar encostada quase o tempo todo. Ai, não chega nunca. Pra melhorar no finalzinho ainda tem uma baita escada pra subir na plataforma de embarque. Bem que podia ter uma escadazinha rolante aqui...

Você chega na ultima parte da fila. De repente parece que toda aquela morosidade foi embora. A fila anda muito mais rápido agora. Ou será que você é quem acha isso porque a hora de embarcar está se aproximando?

Subir as escadas exige um esforço extra. Parece que seu peso aumentou uns quinze quilos. Você não sabe se é o calor, o tempo de pé, ou se foi aquele combo gigante de hamburguer fritas e balde de refrigerante que estão pesando.

Mas você sobe, um degrau de cada vez. E o topo vai se aproximando.

É quando você avista: tem uma saída de emergência lá em cima. Saída estratégica pela esquerda. Acho que é nessa que eu vou! Mas aí você pensa. Já vim até aqui... e se for tudo o que dizem mesmo? Como é que eu vou saber?

Que o destino decida então: vou jogar uma moeda. Se der cara eu vou. Cara! Melhor de três então. Cara de novo. Ai, ai...

Continua avançando. Ah, se aquela mocinha desmilinguida embarcar, eu vou também. Se ela consegue eu também. Ela embarca.

Ok, acho que vou. a não ser é claro que chova. Se não for totalmente seguro não vou. E eu acho que estou vendo uma nuvenzinha lá longe. Se o carrinho que vier for vermelho também não! Vermelho me dá um azar! E eu não vou arriscar.

Sua vez está chegando, você já vai chegar na plataforma. Uma moça amarela bem na sua frente, sai correndo pela saída de emergência. Você se estica e consegue enxergá-la lá embaixo, na saída da lojinha... tem alguma coisa na mão, mas o olhar parece meio distante.

Eu vou! Não quero ficar imaginando como teria sido.

Chega a sua vez. O coração sobe na boca. O fôlego fica suspenso alguns instantes. Mas você respira fundo e sobe no carrinho. E pensa: ainda bem que não era um vermelho!
A viagem começa devagarinho. Tec tec tec. O carrinho vai subindo devagar. Tranquilo. Não é tudo aquilo! Que povo medroso! Dá até pra tirar a mão. Ainda bem que não desisti!

A brisa no rosto. A paisagem tão linda. Ainda bem que fui forte!

Sobe, sobe, sobe. Puxa, mas que alto... dá uma vertigem de leve...

De repente você se vê no final da subida. C******, que altura, ai, eu vou morrer. Me deixa descer, me deixa sair daqui. F***** da P*** daquela professora que yoga que disse que eu não ia me arrepender. Se estivesse aqui agora, eu matava!!!
Será que aquela doula ia fazer muita diferença segurando aqui a minha mão??? Bando de louca... ah, eu mato se eu sair viva daqui!

E a minha prima, aquela V*** que me convenceu a vir. Vai ser legal, você vai ver, você vai querer ir de novo. Ai, eu mato, eu mato. Cadê ela? Porque não está aqui? Duvido que quando ela andou foi nessa tão alta, aposto que foi na menor!!!

E vem a descida. O looping, uma subidinha, curva, mais curva, outra curva. Você já não está vendo nada direito, está meio tonta, parece meio fora de si. Tem mais gente gritando, ou será que é você mesma? Está doendo tudo, esse bate bate no carrinho vai doer ainda mais amanhã. Vai parecer que fui atropelada... Você nem sabe mais se está de ponta cabeça. Dá medo de olhar. Você espia, fecha o olho de novo. Nào quero nem ver. Não vou olhar. Se eu olhar é pior!

Vai chegando no final. O carrinho desacelera. Você está meio abobada, Grogue. Alguem ajuda a descer. Você nem vê quem é. Podia ser o Brad Pitt e você não ia nem notar. Seu cabelo está parecendo uma piaçava depois da faxina, mas você esqueceu de prendê-lo. E agora nem lembra mais que tem cabelo. Mas tem alguma coisa diferente. Algo a mais em você. Vim, vi e venci. Sou praticamente um Julio Cesar!
Suas pernas cambaleiam um pouco, mas você anda. A brisa bate e aos poucos você se recobra. Levanta a cabeça e sorri.

Era só isso? Porque tive tanto medo?

Vou pra fila de novo!

Quem já andou de montanha russa sabe do que estou falando. Quem passou por um trabalho de parto também.

E você, já andou de montanha russa?

Katia Barga, mora em São Paulo, Brazil, é instrutora de yoga e mãe da Sarah, de 1 ano e 2 meses. Para saber mais sobre seu trabalho clique http://www.babyyoga.com.br

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19 de maio de 2009

Promoção "Materna Japão - Mês das Mães"

Hoje venho aqui reforçar o convite para que as mães participem de nossa Promoção:"Materna Japão - Mês das Mães"

O regulamento é o seguinte:

Todas as que quiserem participar deverão enviar um texto para o e-mail: maternajapao@gmail.com, juntamente com uma foto e sua descrição, autorizando a publicação.

O texto pode ser um relato de parto ou de amamentação, ou qualquer outro texto que tenha como tema a maternidade e que possa "auxiliar" outras mães que lêem o blog.

Dentre todos os textos enviados, os 5 melhores receberão os seguintes prêmios:

1º lugar - Uma Bebechila, presente da Livia
2º lugar - Um Sling, da Colinho Slings
3º lugar - Uma blusa de Amamentação, da Criando Gente
4º lugar - Um kit com Shampoo, Condicionador e Sabonete da Nativa Spa Equilibrar, presente do Sushicast
5º lugar - O livro: Medições para Gestantes, presente da Materna Japão.

As primeiras 10 que enviarem seus textos vão receber um prêmio extra sem sorteio!!!

Por enquanto recebemos apenas 5 textos, e nossa meta minima são 20 textos.
Se não alçarmos a meta, não haverá o sorteio...=(((
Mas acredito que com esses prêmios bacanas, vamos ultrapassá-la não é??

Vamos lá, enviem seus textos e boa sorte! =D
Estarão concorrendo os texto enviados até 31 de maio de 2009.
Ponham a mão no teclado e comecem logo a escrever !!! =D

beijo
Ro Oshiro

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18 de maio de 2009

A gripe suína

A escola da Melissa mandou 2 bilhetes falando sobre a gripe suína e como se proteger dela. As criancinhas e as mães vão de máscara. Hoje chegaram mais dois dizendo para fazer estoque de comida pronta, gás de fogareiro, água de garrafa, porque pode ser que haja corte de luz, água e gás, além de recomendações para que ninguém saia de casa, caso haja registro de infectados com a gripe suína aqui na cidade.

Tudo o que eu ouço é sobre a gripe suína.

Ai, gente, é motivo para tanto pânico?
Pelamor, né…….

Eu li esse post do Ecoblogs que fala sobre os motivos para a existência da gripe suína e o que fazer para evitar.
Uma prévia? A causa é o modo de produção e criação dos animais hoje em dia. E o jeito para se evitar: melhorando isso.
Vale a pena ler o post do Ecoblogs.

O site da Crescer também falou sobre isso.

No Mamãe Passou Açúcar em Mim, a Sandra também falou de como evitar a disseminação e o contágio.

Também saiu essa matéria no UOL falando sobre a gripe suína e de como existem remédios eficazes para ele e os motivos dele ser tão pandêmico: é um vírus novo e a gente AINDA não tem anticorpos, que passa de pessoa pra pessoa.

E, pra terminar, essa matéria do Terra, falando de como a gripe suína é mais fraca do que a gripe aviária.

Para já, a gente pode cobrir a boca e o nariz quando for tossir e espirrar, lavar bem as mãos e não ficar indo ao shopping quando estiver meio doente, né?
E, se tiver febre alta, dores pelo corpo, tosse, coriza, esses sintomas comuns de gripe, vai ao posto de saúde. Sempre com um lencinho pra cobrir a boca, certo?

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Esse post eu escrevi para o Vida Verde de Uma Família Colorida, da revista Crescer. Depois dessas matérias, saíram outras inúmeras falando sobre a gripe suína. Argh, eu não aguento mais! Gente, sem pânico! Todas as evidencias dizem que a gripe é só mais uma gripe. Ela é totalmente tratável. Então, calma aí.

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15 de maio de 2009

Guia alimentar para crianças menores de 2 anos

Esse guia foi feito pelo governo do Brasil, baseado na alimentação que o povo brasileiro tem.

É um manual onde constam 10 passos para melhorar a alimentação infantil, baseado nas recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS)

O arquivo completo contém 154 páginas que abrangem tudo sobre a importância da boa nutrição infantil.

Ele está hospedado no 4shared, para baixar basta clicar no link abaixo e depois na página direcionada, clique em "Download Now".
http://www.4shared.com/file/104415663/6d20815a/Guia_Alimentar_para_crianas_menores_de_2_anos.html

Espero que ajude todas as mamães com dúvidas sobre alimentação infantil.=D

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13 de maio de 2009

Dois relatos de parto na água: um no Brasil e outro no Japão

"Bem estar e tranquilidade" são as palavras que definem bem o parto domiciliar humanizado na agua.

Me chamo Kelly tenho 32 anos, tive meus dois filhos na agua, foram realmente muito tranquilos e relaxantes os dois partos que tive.

Eu e meu esposo escolhemos ter nossos bebes na agua porque lemos muito a respeito de todos os tipos de partos e o único em que o bebe não sofre nenhum trauma é o parto na agua humanizado. E também o único em que o bebe grava algo na memoria... "nadar".

O bebe sai de um ambiente e passa para outro bem parecido só que com mais espaço, e quando o bebe percebe isso automaticamente começa os movimento de nadar.

Também escolhemos parto domiciliar pela tranquilidade do ambiente e por ser mais natural.

E todas as pessoas que estão no local estão totalmente a disposição da mãe e do bebe, o que é muito diferente em um hospital...

Meu primeiro parto foi em Florianopolis, apesar de morar em Curitiba, porém
la não encontrei nenhum profissional que pudesse me auxiliar. Todos queriam
fazer cesárea... pois meu bebe estava sentado...
Alugamos uma casa na Praia dos Ingleses/SC, minha filha nasceu na noite do
dia 28 de Fevereiro de 2005 com 3.850kg parto domiciliar de cócoras na agua
(41 semanas). Fiz exercícios o tempo todo das contrações, caminhadas no
jardim, subia e descia escadas e também alguns exercícios com a bola gigante...
Estava calor e como já estava fazendo exercícios diariamente minha dilatação
estava excelente.
Tudo pronto e quando a bebe estava quase pronta para nascer entrei numa
dessas piscina para crianças de 1000ml relaxei e quando minhas contracoes
vinham eu me agachava no canto da piscina aonde meu esposo estava sentado
para me ajudar.
Em pouco tempo minha filha nasceu, nadou e veio para meus braços.
Linda e vigorosa!!!
Detalhe: - Minha filha estava sentadinha, dai 15 dias antes dela nascer a
parteira com ajuda de uma doula fizeram uma massagem indigina-mexicana e
viraram meu bebe que ficou encaixadinha pronta para nascer ... porem um dia
antes o bebe virou-se novamente e quando fui fazer a massagem começaram as
contrações o que impediu de virar o bebe...
Meu bebe nasceu pelo bumbumzinho foi um parto pélvico com muito sucesso! :)


Já meu segundo filho nasceu aqui em Tóquio no nosso apartamento com 3.420kg
no dia 28 de Janeiro de 2007 no começo da tarde(40semanas e meia).
Aqui a parteira também tem uma doula, o que é indispensável.
Minhas contrações começaram bem cedinho e em uma hora já estavam de 5 em
5 minutos. Aqui era inverno e a temperatura estava em media 5 graus. Mas com
o ar condicionado ligado o quarto ficou com uma temperatura agradável, e a
agua da piscina foi um pouco mais quente que o normal por causa do frio.
A parteira japonesa pediu que eu ficasse deitada, mas não foi possível pois
eu já tinha e experiência do primeiro parto, e levantei e agachei varias
vezes, mas a dilação estava demorando um pouquinho, dai como aqui e tudo tão
pequeno e não tinha um jardim para caminhar entrei logo na agua o que
favoreceu muito minha dilação. Andei na piscina que era própria para partos.
Fiz alguns exercícios na agua e me agachava na borda da piscina que tinha
mais ou menos 70 centímetros de agua, e relaxei bastante o que ajudou muito
na hora do bebe nascer... em pouco tempo meu bebe nasceu e se esticou na
agua e nadou... eu mesma tirei ele da agua e foi muito emocionante pega-lo
da agua e por em meus braços...
Ele nasceu muito saudável, tranquilo e vigoroso!

Tenho certeza que foi a melhor escolha!!!
Parto humanizado domiciliar de cócoras na agua...
Uau que nome comprido porém para algo tão especial só podia ser mesmo!!!
Foi maravilhoso!
A criação de Deus é perfeita!!!

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10 de maio de 2009

Feliz dia das Mães!

Um pouco atrasada, mas como todo dia é dia das mães...hehehehe

Eu quero hoje agradecer a todas as mães que acompanham nosso blog, que estão em busca de informação, que questionam-se, que fazem escolhas conscientes, que lutam por um mundo melhor para seus filhos e um futuro de amor para a humanidade.

Fiz essa pequena homenagem (roubei umas fotos, se alguém quiser que tire é só falar...rsss) não só para as que aqui estão, mas para agradecer e "louvar" essas mulheres que são guerreiras e que vieram ao mundo para fazer a diferença!

Um beijo a todas as maternas e Feliz Dia das Mães!

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8 de maio de 2009

Maternas: sábado na TV Record Japão e domingo no Sushicast!

No próximo sábado as 18:10h, vai ao ar o programa que gravamos para a TV Record Japan, no canal 333.

Quero convidar as leitoras para assistirem e opinarem depois sobre a entrevista, que espero que tenha ficado bacana depois da edição... hehehehe

No domingo vai ao ar um podcast que eu e a Thais gravamos com o pessoal do Sushicast. Um programa bem humorado e informativo sobre a maternidade, em comemoração ao Dia das Mães!

Esperamos que gostem!

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4 de maio de 2009

Quando o corpo consente

Voltando ao tema "Dor no Parto", hoje quero destacar um trecho do livro "Quando o Corpo Consente", que é um diário escrito por Marie Bertherat, com comentários de sua mãe Thérèse Bertherat e de uma parteira, Paule Brung.

Neste livro a três vozes, elas falam do jogo das forças que se animam no corpo da mulher grávida. Thérèse Bertherat propõe também movimentos muito precisos para preparar seu corpo para o nascimento.

Neste diário, Marie conta o que experimentou em seu corpo e percebeu na própria carne. Durante nove meses.

Para lhe transmitir isso, ela prosseguiu sua pesquisa com inteligência e rigor. Sempre de forma generosa e com a doçura obstinada que é o seu jeito de ser... Mas que não haja equívoco: esses nove meses que a tornaram mãe não devem ser vistos como convite à caminhada fácil...

A mãe, Thérèse Bertherat, redescobre a filha que julgava conhecer tão bem -, e essa revelação a surpreende, enchendo-a de alegria e respeito. Uma filha, de repente, pede à mãe algo além de afeto e carinho. Solicita sua experiência como terapeuta.

Thérèse Bertherat a tranqüiliza e lhe explica o jogo de forças que nela se manifestam. Propõe-lhe catorze movimentos muito precisos para preparar o corpo para a hora do nascimento. Baseados em dados anatômicos e fisiológicos corretos, eles despertam na futura mãe o gosto pelas sensações sutis, o desejo de habitar todos os recantos do próprio corpo com ternura, com respeito por ela e pelo bebê. Se você está grávida e, por isso, preocupada, desejosa de uma palavra de apoio ou de uma explicação prática, ouça o que estas mulheres têm a lhe dizer.

Como Paule Brung, uma parteira especial com quarenta anos de profissão e a confiança que só se adquire com experiências que tiveram um desfecho feliz, todas as três encontram, a seu modo, os gestos e as palavras certas.

Vou transcrever um trecho relatado por Marie, que achei bem interessante para animar as mulheres que vão passar pela experiência de parir em breve (págs. 112/113):

"Não, não estou com medo, Não é para bancar a corajosa que digo não sentir medo de algo que está em mim, Seja qual for a forma, por enquanto toda misteriosa, vai ter a minha dor, ela será minha e já é minha. A dor do parto não será uma dor imposta. Não tem nada a ver com a dor do corpo machucado ou ferido. Esta sim, enfraquece, avilta,
destrói. Esta merece ser anestesiada. Não a do nascimento. Não quero. Ouvi muitas mulheres falarem das dores do parto com um sofrimento imposto. Para elas, a sensação dolorosa das contrações é intolerável, é uma maldição herdada de mãe para filha, uma passagem compulsória e inaceitável na era em que a farmacopéia permite sua isenção. Calar essa dor parece-lhes vital. Eu as entendo. Entendo sobretudo porque elas estão se preparando para dar à luz em lugares frios e impessoais, nos quais todo mundo só fala de dor a suportar ou de anestésicos milagrosos que podem dar alívio.
Mas não será um engodo ? por trás da fala anti-dor das mulheres não haverá outra coisa ? O medo do desconhecido, o medo da emoção, o medo de ser mãe, o medo de ser responsável por um outro ser. Será que a anestesia consegue aliviar esses medos?(...)
Deixar a própria dor manifestar-se pode ser indispensável, porque isso ajuda a mãe a se conhecer melhor, inclusive a conhecer seu próprio nascimento. Nascer outra vez ao dar a vida."

Em seguida a parteira discorre "A Respeito da Dor" :
"As parteiras costumam dizer que a anestesia peridural as relega a um papel técnico. É o médico quem decide tudo. Outras, porém, gostam da anestesia porque a função delas fica mais fácil, já que as parturientes não dão trabalho. Isso revela um novo estado de espírito. Acaba-se esquecendo que quem dá a luz é a mãe, e não o médico ou a parteira!
A anestesia cria uma separação entre a mulher e seu corpo no momento em que ela mais tem necessidade de saber, e sobretudo sentir, o que está acontecendo. A mãe fica imobilizada, pregada numa cama durante todo o trabalho, sem a possibilidade de fiar-se em suas sensações - que praticamente deixam de existir. Ela só obedece às ordens do médico e sujeita-se a suas intervenções. A parte superior do corpo assiste, impotente e submissa, à intervenção médica efetuada na parte inferior. Incapaz de participar, a mulher dica condenada a suportar; quanto ao bebê, tem de enfrentar sozinho as contrações. A mãe é forçada a abandoná-lo em plena tormenta, não
seguem junto o mesmo percurso."

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1 de maio de 2009

Douyou

Douyou são aquelas músicas de tradição, como as nossas "Atirei o pau no gato", "Pombinha Branca", etc.
Para aqueles que pretendem criar os filhos aqui no Japão e para aqueles que gostam de um pouco de Japão, hoje coloco aqui um vídeo de uma música que a minha Melissa aprendeu no youchien mês passado e adorou.

Chuurippu



Letra:
Saita, saita
Chuurippu no hana ga
Naranda, naranda
Aka, shiro, kiiro
Dono hana mitemo
Kirei da na.

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