30 de julho de 2010

3 HOTS - Indução natural para o parto

Os 3 hots são o método mais natural que existe de se tentar induzir o parto.
É bom pra quando a gente não se aguenta mais de ansiedade ou quando o (maledeto) médico coloca uma data limite bem próxima.

Eles são:
- Hot Bath - Banho quente. Aí no Japão, um ofurô é uma boa pedida. Bem quentinho, porque relaxa e ajuda a gente a deixar a coisa rolar. Mas para o parto, o ideal é uma água morninha, viu? Senão a pressão cai e aí, já viu....



- Hot Food - Comida picante. Dizem que a pimenta aumenta as contrações. Eu lembro que comia muita pimenta e aí começava a sentir contração. Mas elas paravam em uma hora, mais ou menos. É legal, porque vai trabalhando o colo do útero e vai ensinando como são as contrações. Só tomem cuidado por causa da hemorróida...



- Hot Sex - é o melhor. Huahuahaua. Bom, no final da gravidez, é liberado pra todo mundo. E faz bem, viu? As prostaglandinas (têm no sêmen) funcionam como um ótimo indutor. A ocitocina que a gente libera na hora também ajuda no trabalho de parto. E o bebê fica felizinho com os hormônios que a gente secreta na hora. Fora que, depois que o bebê nascer, vai demorar um pouquinho pra conseguir voltar a ativa.....


Além desses, outras coisas legais que eu testei são:
- Chá de canela com gengibre. Gente, é uma delícia!!!!! Mas só funciona se o trabalho de parto já tiver começado. Aí toma um monte pra coisa ir logo. (mas meus partos foram rapidinhos... tipo 25 horas, 19 horas... hauhaua)
- Massagem no pé. Tem um ponto, cinco dedos acima do calcanhar, bem acima da fibula, que induz contrações. É muito engraçado! O marido apertava e a barriga contraía. Mas também só façam se já estiver na hora de nascer. hehehehe.
- Roupas quentes durante o TP também ajudam. Manter o coccix e a barriga bem aquecidos com bolsa de agua quente ou cobertor aquecido ajuda muito também.

E você, tem alguma dica?

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24 de julho de 2010

CNV - Comunicação Não-violenta

A boa comunicação entre as pessoas é a arma mais eficaz para disseminar a paz. É o que diz o psicólogo Marshall Rosenberg, porta-voz mundial da comunicação não-violenta

Lembra a última vez que você discutiu com alguém, levantou a voz e saiu praguejando sem chegar a um entendimento? Pois saiba que guerras entre nações, brigas familiares, arranca-rabos no trabalho e a maior parte dos conflitos em todo o mundo (incluindo essa sua discussão)têm algo em comum: poderiam ser evitadas apenas com... palavras.

Essa é a teoria defendida pelo psicólogo americano Marshall B. Rosenberg, que desde a década de 1960 se dedica a promover o diálogo pacífico mundo afora. Segundo ele, é na maneira como falamos e ouvimos os outros que está a chave para o problema das desavenças e discórdias.

Marshall fundou em 1984, na Califórnia, o Centro de Comunicação Não-Violenta (Center for Nonviolent Communication) e tem grupos de pesquisa em mais de 50 países, incluindo o Brasil. Viaja constantemente para mediar conflitos e levar programas de paz a regiões assoladas por guerras, como Sérvia e Croácia. Aqui ele conta a
estratégia para apaziguar os combates verbais do nosso dia-a-dia.

Como você começou a se interessar pelo assunto?
Cresci em Detroit, uma das cidades mais violentas dos Estados Unidos. O tempo inteiro havia brigas de rua entre as comunidades brancas e negras, inflamadas pelo preconceito. Quando isso acontecia, me escondia no porão. Até que decidi fazer algo a respeito – queria entender por que agimos de maneira violenta quando não nos entendemos.

Comecei a estudar algumas maneiras de ajudar a contribuir para o bem-estar de todos. A comunicação não-violenta foi o resultado de minha especialização em psicologia social.

Quando acontece, então, a falta de comunicação?
Quando não há troca. Geralmente estamos tão preocupados com nosso ponto de vista que não escutamos o que os outros estão dizendo. Ou pior: quando julgamos aqueles que não agem de acordo com o que acreditamos ser correto. Se você quer viver no inferno, é só pensar no que há de errado com as pessoas que fazem coisas de que você não gosta. Se quer piorar um pouco mais, diga a eles o que você acha que está errado. Essa maneira "cricri" de se comunicar só gera raiva, medo, culpa.

O que podemos fazer para evitar tantos atritos?
Quando jovem, aprendi a me comunicar de maneira impessoal, que não exigia revelar o que se passava dentro de mim. Quando encontrava pessoas com comportamentos de que não gostava ou que não compreendia, reagia considerando que fossem errados. Aí ocorreu o clique. Entendi que a grande falha da comunicação está justamente em apontar problemas nos outros – em vez de olhar o que eles causam em nós. A comunicação
começa quando expressamos nossos sentimentos. Não fazemos isso porque achamos que ficamos vulneráveis. Mas só assim criamos um relacionamento baseado na sinceridade. A partir do momento que as pessoas falam o que precisam, em vez de falarem o que está errado com os outros, o entendimento aumenta.

E como isso acontece quando há um assunto que gera discórdia?
O primeiro passo é reformular a maneira como falamos e ouvimos o outro. A idéia é treinar sempre a se expressar com honestidade e clareza, ao mesmo tempo que damos aos outros uma atenção respeitosa.
Mas temos a síndrome do disco riscado: repetimos reações, julgando os outros. Existe um treino que ensinamos a todos que buscam se comunicar de maneira pacífica – do chefe de Estado à professora, do marido ao presidiário.

Como é esse treino?
Primeiro você observa um determinado acontecimento que afeta seu bem-estar, evitando julgamentos. Em seguida, identifi ca como você se sente ao observar aquela ação: se ficou magoado, assustado, alegre etc. Então reconhece quais são suas necessidades que não estão sendo supridas. A partir dessa reflexão é possível se comunicar com a
pessoa ligada à ação, para resolver o conflito.

Você tem um exemplo?
Vamos supor que uma mãe vai falar com o filho adolescente que deixou a sala uma bagunça. Um jeito não-violento de se expressar poderia ser o seguinte: "Roberto, quando vejo bolas de meia sujas na sala, fico irritada porque preciso de mais ordem no espaço que usamos em comum.Você poderia colocar as meias no seu quarto ou na lavadora?"

Veja bem, a mãe poderia reagir de diversas maneiras: bufar, punir o filho. Mas
quando pratica a comunicação não-violenta ela deixa claro o que observa, como se sente, qual necessidade não está sendo atendida. Pode ter certeza de que a chance de ser compreendida é maior.

Falando assim parece fácil, mas na prática...
Esses passos na verdade funcionam para termos mais consciência antes de agir de maneira reativa e impensada. Experimente respirar fundo e dar um tempo antes de começar a falar em uma situação que está prestes a entrar em ebulição. Parece papo pra boi dormir, mas funciona! Assim você consegue elaborar o que o está incomodando.

Mas e quando a outra pessoa nos ataca verbalmente?
Da mesma maneira que é possível mudar o jeito de se expressar, também dá para escutar os outros de um jeito diferente. Todo tipo de crítica, ataque, insulto e julgamento desaparece quando concentramos a atenção em ouvir os sentimentos e necessidades por trás da mensagem. Quanto mais praticamos isso, mais percebemos que por trás de todas essas mensagens que nos intimidam estão simples indivíduos com necessidades
insatisfeitas pedindo que contribuamos para seu bem-estar.

Como é o trabalho no Brasil?
Tenho uma equipe de pessoas habilitadas que trabalham para mediar conflitos em presídios, em morros do Rio de Janeiro, em empresas e até em ambientes familiares. A rede de comunicação não-violenta no Brasil é sustentada por doações. Educadores também realizam oficinas para qualquer pessoa que tenha interesse em aplicar esse aprendizado no cotidiano. O foco é sempre inspirar a compaixão – por isso foi
carinhosamente apelidada de linguagem do coração.

Para saber mais sobre CNV

Livros:
• Comunicação Não-violenta – Técnicas para Aprimorar Relacionamentos Pessoais e Profissionais, Marshall Rosenberg, Ágora

Veja mais:
Acesse www.cnvbrasil.org para saber mais sobre a entidade no Brasil e o www.cnvc.org para conhecer o Centro para Comunicação Não-Violenta, da Califórnia.

por Marcia Bindo, Revista Simples, O fim do bate-boca

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23 de julho de 2010

Shrek (o ogro) pratica cama compartilhada e slinga!

Para quem ainda não viu o novo filme do Shrek, especialmente os papais, eu recomendo, está muito legal!

A história é sobre o ogro querer voltar a sua "vida normal" depois dos filhos.

O interessante foi ver ele e Fiona praticando cama-compartilhada com os tri-gêmeos!

Não é o máximo?! =)

Os ogros também amam!


E depois vi no blog das mamiferas que saiu a versão boneco-ogro-de-sling do MC!



Adorei!

Que bom ter um incentivo na midia, mesmo que pequeno, para ter mais contato com os filhos no dia-a-dia.

Me sinto uma ogra mais feliz agora! =oP

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21 de julho de 2010

Eu não queria ter um filho e não queria ser mãe

Li esse texto no blog Want a Miracle e achei perfeito!

Want a Miracle: Eu não queria ter um filho e não queria ser mãe

A maioria das mães hoje pensa nos "problemas e dificuldades" que a maternidade nos traz porque deixou o que é natural de lado e vive em busca de coisas muitas vezes desnecessárias e muitas vezes futéis para seus filhos.

Se toda mãe pensasse que o que vale mesmo, acima de tudo, é o amor, a atenção, a participação, o diálogo, o colo, entre outras coisas, a vida seria bem mais fácil.

Vale ler o texto e re-pensar nossas escolhas.

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14 de julho de 2010

Ser mãe

Por Thais Saito

Vira e mexe eu ouço que fazer isso ou aquilo dá muito trabalho.
Que ter filhos custa caro.
Que não dá pra fazer mais nada.

Nesse momento, já ligo minha cara de Monalisa, do tipo "estou olhando pra você e pensando no cardápio da semana, chuchu...".
Por que as pessoas acham que as mudanças, todas, são ruins?

Eu fico muito, muito triste, quando ouço isso.
Ser mãe exige dedicação.
Exige mudanças.
Exige amor.
Exige paciência.

A gente sabe disso quando decide ter um filho, não?

Ser mãe e ser pai, claro, não quer dizer comprar as roupinhas mais lindas, ter a babá mais cuidadosa, a escola mais renomada, comprar as comidas mais caras, escolher a decoração do quarto e fechar a porta.

Precisa querer. Mesmo.

Cansa, custa, a gente perde a paciência, briga, mas faz parte!
Não dá pra ser mãe e estar sempre linda, arrumada, maquiada, não mudar nada na nossa vida!
Por vezes, a gente fica sem tempo de fazer xixi e escovar os dentes parece uma futilidade. Porque criar filhos exige, mesmo.
Nós, os pais, precisamos estar com eles quando estão doentes, com medo, com fome, inseguros, com sono, tristes, com raiva, felizes, acordados, machucados. A gente precisa aceitar que a vida muda, que não vai ser como era antes.

Mas quem disse que isso significa que vá ser ruim?

Acordar às 3 da madrugada porque alguém tossiu e ver que os filhos estão dormindo abraçados é tão lindo!!
Ter que parar 15 vezes de responder o mesmo e-mail por que fez xixi, porque caiu, porque quer água, por qualquer coisa enche o saco. Mas quando eles dão um abraço (e que abraço...!), o mundo pára!
É tão bom a gente aprender a se organizar pra sair, porque tem que fazer mala, tem que ver se tem fralda, tem que acordar mais cedo pra arrumar todo mundo e se arrumar. E é legal a gente entender quando os outros se atrasam.
A gente aprende a tomar cuidado com o que compra, o que come, o que faz, porque o mundo de hoje é o mundo que nós estamos deixando para os nossos filhos.

Então, vamos repensar: você, realmente, prefere usar fralda descartável porque a de pano dá trabalho pra você, sabendo que a descartável é um grande poluente, que vai ficar no mundo dos seus filhos, dos seus netos, dos bisnetos, tataranetos? Você, realmente, prefere deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes ou lava a louça, sabendo que é a água que seus netos teriam para beber? Vamos continuar comendo carne vermelha, sabendo que é uma grande causa do aquecimento global, e deixar um mundo quente, seco e sujo para os nossos filhos? Vamos tirar o carro só pra ir até o konbini se daria, muito bem, pra ir a pé?

Eu, não.

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12 de julho de 2010

Falta olho no olho

O RELACIONAMENTO interpessoal anda difícil, e há muitas razões para isso.
Temos a obrigatoriedade de encontrar a felicidade, pensamos sempre em nós mesmos em primeiro lugar, consumimos e descartamos tudo com facilidade, competimos com quase todos.

Mas é principalmente o fato de vivermos em uma sociedade que aprecia o espetáculo que tem dificultado sobremaneira o relacionamento entre pais e filhos. Você esteve recentemente em alguma festa junina de escola, onde os alunos apresentaram danças? Participou de uma festa de aniversário de criança ou teve a oportunidade de ver pais e filhos em passeios?

Caso sim, certamente deve ter notado que, em geral, entre os olhos dos pais e os dos filhos há um obstáculo: uma câmera. Ela pode ser fotográfica, embutida no celular, de vídeo etc.. Mas está sempre presente.
Às vezes, não é uma câmera que se interpõe entre o encontro de olhares de pais e filhos, e sim um vídeo que não permite que a criança olhe para outra coisa.
Agora, virou moda entreter as crianças com aparelhos portáteis de DVD em todos os lugares.

Muitas famílias já têm esse aparelho até no carro. "Foi a melhor coisa que eu fiz, porque assim as crianças não brigam nem me atrapalham" me disse a mãe de duas crianças.
Outras não viajam sem ele na bolsa, para que esteja sempre pronto para ser sacado em momentos delicados.

Recentemente, em uma viagem aérea, sentei ao lado de um casal com um filho de menos de dois anos. Assim que se acomodaram, a criança começou a berrar e a se contorcer. De imediato, os pais abriram a mochila e de lá retiraram o tal aparelho com um DVD de animação.
Milagre! A criança se acalmou e assim ficou até terminarem o filme e a viagem. Nenhuma troca de palavras ou de olhar entre eles. Nas festas dos filhos, em vez de os pais curtirem a celebração, preferem ficar "registrando" tudo para que depois, em casa, possam assistir ao filme, de preferência com convidados.

Claro que o registro mostra parte da história da família e ajuda a reconstruir a memória pessoal e do grupo, o que é importante na vida.
O problema tem sido a substituição do relacionamento pelo registro porque, dessa maneira, abolimos a memória afetiva.

Vamos reconhecer que, para muitos pais, essa troca é extremamente confortável. É mais fácil acalmar a criança com um filme, é mais tranquilo não ter de enfrentar brigas dos filhos no carro e menos desgastante filmar a festa de aniversário do filho do que participar da mesma.
Só que, dessa maneira, as crianças deixam de aprender coisas importantes e seus pais deixam de exercer seu papel quando ele é mais necessário. Ensinar a criança a conviver é a função mais importantes da família e é isso o que significa socializar.

Saber se conter, se controlar e esperar, desenvolver estratégias frente às decepções e aos sofrimentos, aprender a se cuidar para estar com os outros e a se comportar em diferentes contextos: tudo isso e muito mais é um árduo e longo aprendizado, que deve começar assim que a criança nasce. E a base de todo o ensinamento é o vínculo entre pais e filhos.

É claro que a televisão, o computador, o aparelho de DVD, a câmera, o videogame e tudo o mais têm o seu papel na vida da criança, mas a relação entre pais e filhos, o olho no olho, os conflitos entre eles e o convívio entre eles são insubstituíveis.

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha) blogdaroselysayao.blog.uol.com.br (roselisayao@uol.com.br)

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7 de julho de 2010

Gravidez no Japão

Assim que a gente vê as duas listrinhas no teste da farmácia é um susto:

- Óh meu Deus! To gravida aqui do outro lado mundo! E agora, o que fazer?

Falar de gravidez já é tabu, aqui no Japão então, o negócio fica pelo menos "esquisito".

A maioria das mulheres que vão ter um filho pela primeira vez aqui, morre de medo de tanto escutarem "abobrinhas" das amigas bem intencionadas, ou das tias, mães e avós "experientes".

Ok, sem querer tirar o mérito do conhecimento e da vivência de ninguém, eu pretendo aqui, esclarecer um pouco sobre algumas coisas que dizem sobre a gravidez e o parto no Japão.

Bom, em primeiro lugar, gravidez não é doença em lugar nenhum do mundo, e aqui não é diferente, portanto, se você ficou gravida e não tem um seguro saúde, faça-o já, porque em caso de complicações a conta vai ficar alta, e mesmo que não hajam complicações, o seguro saúde te dá direito a algumas vantagens.

Mesmo que você esteja com dividas atrasadas, vá até o escritório do hoken, converse e negocie, eles sempre dão um jeito! Assim você garante seus benefícios para o pré-natal, o parto e o pós-parto e também fica mais fácil para pagar as despesas médicas.

Em segundo lugar não dê ouvidos aos contos e estórias horrorosas que algumas pessoas possam te contar. A maioria das coisas que as brasileiras dizem sobre gestação e parto é tudo desinformação, mitos.

Comece a procurar informações de verdade em sites de humanização, participe de grupos de debates sobre parto baseados em evidencias cientificas, leia bons livros e se prepare para o momento mais sublime da vida de uma mulher: o parto.

Em terceiro lugar procure uma boa clinica de parto na sua cidade, com profissionais que se proponham a ajudá-la, que esclareça suas dúvidas e te dêem segurança.

Acredite, esses profissionais existem, mas assim como no Brasil, é dificil encontrá-los. Se precisar de ajuda para encontrar um bom profissional em sua cidade, entre em contato conosco para que possamos ajudá-la.

Em quarto lugar, exercitar-se sempre ajuda muito, tanto na sua saúde como na saúde do seu bebê, evita-se stress, problemas de pressão, inchaço e uma série de outros problemas que tendem a se agravar na gestação, portanto não espere seu médico mandar você emagrecer (porque aqui eles mandam mesmo, as japonesas engordam pouquissimo!), mantenha uma rotina saudável para ter uma gravidez saudável e você não precisará se preocupar.

Em quinto e último lugar, inscreva-se para nosso curso de preparação para o parto e participe semanalmente para esclarecer todas as dúvidas que tiver em relação ao parto no Japão. Faremos o possível para deixá-la preparada para um parto tranquilo e feliz! =)

Se você deseja conhecer histórias de parto realizados no Japão, clique na tag Relatos e leia a narração de mulheres que escolheram parir aqui e o que elas acharam da experiência.

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