27 de outubro de 2010

Amamentação Exclusiva até seis meses

por Larissa Hernandes
Hoje meu Francisco faz seis meses! Como passou rápido!

Sempre vejo textos sobre os seis meses de amamentação exclusiva e tal, e como não podia deixar de ser, fazem seis meses que Francisco mama somente no peito, mas assumo que essa não foi uma grande dificuldade para mim. Seis meses de amamentação exclusiva do quarto filho não é muito difícil assim!

Admiro muito aquelas mulheres que voltaram a trabalhar e continuaram mantendo a amamentação exclusiva! Ou aquelas que enfrentaram grandes problemas e que superaram e foram em frente!

Eu ainda amamento o Pietro também, que esse mês faz 2 anos e 10 meses. Mas também não vejo nada muito especial. Eu não tive rachaduras, mastite, nem nada muito complicado (só um pontinho branco no bico).

Para mim é tão lindo olhar meu pequeno com seis meses! Saber que ele pode estar pronto para passar para uma nova fase na vidinha dele!

Amanhã vou ver se ele aceita uma frutinha. Se aceitar, legal! Se não aceitar, tentaremos outro dia, afinal o Pietro só esteve pronto para começar a comer com 7 meses e meio, e com o Francisco essa nova etapa será introduzida gradualmente como foi com o Pietro.

Penso eu: Pra quê pressa? Pra quê querer ver ele crescer tão rápido? Já não basta o tempo que não perdoa e passa sem nem mesmo esperar um pouquinho!?

Sei que um dia ele vai comer, ele vai andar, ele vai falar e certamente vai aprender a amarrar os próprios sapatos. O tempo não dá para segurar...

Enquanto isso ele já tem três dentes e os três nasceram embaixo. Enquanto isso ele já se arrasta por toda a nossa cama compartilhada. Rápido demais! Acho que por ver os três irmãos ele quer acompanhar o ritmo da casa!!! rsss

Queria que ele tivesse esperado mais um pouquinho e ficasse sendo aquele bebezinho pitico que eu pari. Que coube em cima da minha barriga assim que saiu de mim, e que ficou me olhando com aqueles olhinhos inchadinhos por duas horas inteirinhas depois que nasceu como que me reconhecendo, e eu olhava para ele agradecendo nosso momento, o meu momento mais lindo, e perguntando para ele se ele não estava cansadinho e se não queria dormir, pois eu estava esgotada!!! Afinal trabalhamos juntos para ele nascer!

Dia 17 fez seis meses que ele nasceu às 5:23 da manhã! Ele acordou às 6 horas, me olhou e sorriu, como faz todas as manhãs, mas hoje ele pareceu sorrir diferente! E eu sorri de volta e falei: Parabéns filho! E em silêncio pensei: "para nós". Mas hoje é o dia dele, como todos os dias 17 são.

O meu dia eu comecei a relembrar ontem, como todos os dias 16 eu relembro! Foi o começo do MEU nascimento que chegou ao ápice no dia 17 às 5:23 junto com o Francisco.

Tenho saudades de tudo o que o nascimento dele me proporcionou. Saudades de sentir o poder que senti! Saudades até das contrações! E saudade daquele bebê molinho ainda. Saudades daquele chorinho resmungado de recém nascido. Saudades do cheirinho de bebê fresquinho! Saudades do primeiro sorriso e do sorriso banguela. Saudades do primeiro balbuciar e da primeira vez que vi o seu olhar!

Mas o tempo passa e meu bebê está crescendo! Seis meses e já pode comer!

Logo vai andar, depois correr, ir para a escola, arrumar uma namorada...

Mas enquanto esses momentos não chegam eu venho aqui para compartilhar minhas duas alegrias de hoje! Os seis meses de nascimento do Francisco e os seis meses que eu pari o Francisco!

Observação: A Larissa é uma super materna que pariu Francisco depois de 3 cesareas! Assumiu os riscos e foi em frente confiando em sua capacidade de parir. Um lindo VBA3C que está no video abaixo.
O relato completo está aqui.

Continue lendo...

24 de outubro de 2010

Um relato de VBAC no Brasil

A Fran foi nossa colaboradora aqui na Materna no inicio do blog. Ela tinha tido uma cesarea aqui no Japão fazia pouco tempo, o relato está aqui.

Ano passado ela voltou a morar no Brasil e teve uma menina em julho desse ano, Alizie, desta vez através de seu tão sonhado parto Humanizado.

Parabéns Fran, por toda sua luta, e por ter vencido e conquistado um parto digno.


*************************************
O DIA P

Exatamente às 6:10 da manhã (dia 19 de julho, numa segunda-feira) senti um 'ploc' interno da cabeça do bebê dando sua última ajeitada lá dentro, lá embaixo. Foi como que se tivesse escorrido para baixo e ao mesmo tempo tirado o vácuo que existia. E exatamente 3 minutos depois senti uma contração. Não houve contração para um bolo, para a barriga de gesso, para esperar muito para chamar a doula. A cada 3 minutos eu me concentrava para uma contração e me preparava para me equipar e ficar ali mesmo no quarto.
Foi de joelhos 'aos pés' da cama que recebi o telefone (dado pelo maridão Mora) e chamei a doula que 'me escolheu' para me ajudar. Foi com um apoio de mãe e marido que consegui fazer algumas coisas. Foi com o apoio da doula que fui tentando drilblar todo o resto até chegar na minha última opção de relaxamento: a banheira.
Antes de pensar em banheira e pouco depois de chamar a doula eu já estava com 5 cm de dilatação.
O Maurício perdeu seu compromisso e passou a segunda em casa cuidando de nosso primeiro fruto, apreensivo com a caída (que não acontecia logo) do segundo.

EM CASA

Os meninos (meus 2 irmãos) ficaram recuados na sala de tv, bem quietos e tratando do Sr. Benjamim com todo o carinho. Depois marido ficou com ele e assim permaneceu até dormirem (os 2 - pai e filho) por lá mesmo na sala. Tio Cido (o paidrasto amado) permaneceu o tempo todo em seu canto como sempre e a postos para qualquer favor. Mami entrava toda hora no quarto - uma vez com canja vegetariana, outra com vitaminas C, até mesmo com prendedores de cabelos, mas na maioria das vezes com água quente para a banheira (uma piscina oval inflável).

5 CM

Já era de madrugada, eu perdia um líquido verde claro que no começo garantia ser o tampão, pois era viscoso e gelatinoso e todo esse 'oso' que nos dá esta certeza. Mas após a insistência desse líquido, sempre acompanhado de xixi porque a cada contração eu me sentia melhor passá-la com uma toalha debaixo do períneo (fosse até mesmo na banheira), nós chegamos a pensar no rompimento da bolsa e no "mecônio" (primeiro cocô do bebê feito ainda dentro do útero), e então ficamos de olho caso precisasse ir para a maternidade.
Esta minha segunda experiência com contrações foi diferente: bem ritmadas, intensa e abri os 5 cm muito rápido (já havia demorado da primeira vez para chegar até ali). Porém desta vez sentia um 'revertério' estomacal a cada e qualquer coisa que engolia após uma contração forte, com isso desde aquela 6 horas da manhã nada parava no estômago. Mais de 20 horas sem comer as contrações já me desmontavam, bambiavam minhas pernas e me deixavam despreparadas para a próxima. Doula preferiu (sim ela era a minha consciência para tudo nesta hora) e me levou para a maternidade, já estava dentro da situação: bolsa rota-estourada (vai saber se e desde quando?), presença de mecônio, 20 horas sem comer e muito tempo já sem se abrir.
Vamos ser sinceros em dizer que não viria evolução.

NA MATERNIDADE

Aquela judiaria de começo com a entrada, certos papéis, alguns exames para fazer...
Então confirmamos os 5 cm (mas o colo era fino e estava evoluindo bem), confirmamos o mecônio (mas era fraquinho e estava sob cuidado), mas não confirmamos a bolsa rota e nem sabemos (nem os médicos) qual foi a hora em que ela rompeu e eu creio absolutamente que fui perdendo o líquido aos poucos.
Eu estava muito fraca (apelido) mas não parava de "sonhar" (literalmente) com o parto normal.
Com uma maternidade totalmente humanizada, onde a episiotomia (o corte, o pic), as intervenções e a cesárea são divulgadas como somente feitas se realmente necessárias, eu só poderia continuar confiando no parto normal/o mais natural possível, estava me esforçando.

PARTO SEM DOR

Confessei meu desejo de parto para o doutor e fui muito bem atentida, fizeram o que podiam. Recebi uma analgesia considerada uma das melhores e menos invasiva (corporal) que poderia receber, sentia as contrações bem fraquinhas, ganhei forças, tomei muito suco, respirei, me exercitei e abri.
Conheci a Adelita (enfermeira obstetra humanizada que realiza partos domiciliares - parteira- juntamente com sua equipe), sonhamos juntas, tentamos banquinho, cavalinho e até cócoras mas foi deitada em quatro apoios (genupeitoral), ali mesmo na famosa cama PPP (pré, parto e pós), que comecei a expulsar o bebê.
Eu era a última do dia, a aguardada. As pessoas que me rodeiavam eram todas queridas, já conheciam a minha história, me apoiavam e me ensinavam a empurrar. E eu estava fazendo certo, eu empurrava certo, dava o meu melhor para todas as dicas. Mami estava lá, lá atrás, atrás de mim... sim no popô (ohhh).
Havia uma borda de colo (de útero) na parte da frente (frontal aos pequenos lábios) e eu senti vontade de segurar ali para facilitar a saída da cabeça. Me lembro que fiz muuuita força, daquelas fenomenal mesmo.

Maurício querido foi em busca de nossos sonhos materiais, eram inadiáveis. Acompanhou tudo a distância e hoje compensa com todo o seu apoio em casa.

PÓS-PARTO

Eu não havia recebido corte e também não ganhei pontos no períneo, ele permaneceu íntegro até o fim.
Achei incrível todo o processo pós-parto ao olhar aquele bebezinho tão pequeno mas tão grande para isso.
Muitas são as coisas que aconteceram, muitas são as coisas que Adelita (amada) fez por mim, obrigada. Obrigada a todos!

Mami trouxe a placenta para casa e está agora plantada lá na chácara e com 3 meses de vida!

O BABY

Quando apertei, o clítoris (ou clitóris), realmente facilitou e saiu rapidinho. Vimos que era uma meninA, mami se emocionou demais, pediram (enfermeiras) para clampiar e cortar breve pois o nenem com certeza havia respirado mecônio e precisava ser visto logo. Tive uns minutinhos de contato mas não seria prudente amamentar e não o fiz. Mas não demorou muito para tê-la comigo e nunca mais me separar.

UM SISTEMA

Por estar na maternidade cumpri, claro, todo o protocolo do hospital. É um sistema (bicho papão) como todo sistema deva ser, mas era (é) humanizado e isso já me tocou bastante. Me senti bem a todo momento, fui muito bem tratada (até minha dieta vegetariana recebi sem problemas e nem questionamentos) e não existia uma pessoa que não me marcou lá dentro (simpáticos). Conversei por demais, fiz por demais novas amizades, informei e ganhei por demais novas informações... ganhei uma filha delicada e boazinha por demais.
Mas é aquela coisa para quem sabe, quando você cai no sistema não tem mais volta o ideal é ficar bem longe dele.

A AMAMENTAÇÃO

Com uma experiência prévia desta vez eu não passei sabão, eu não esfolei, não amaciei, não passei óleo não passei nada, simplesmente água e tão só. A pega deste filho é diferente, a dor é quase inexistente, e, como da primeira vez, o leite desceu no quarto dia só que sem problemas (sem fissuras, sem dor nem nada).
Minha filha mama em livre demanda. Passa o dia todo se espreguiçando, mamando e cochilando, e a noite toda dormindo a ponto de ter que acordá-la para mamar e se fortalecer.

* Foi no dia 20 de julho de 2010 - 38 semanas e 5 dias - Alizie Morely Nasceu!

(Eu posso ter me esquecido de coisas importantes... eu ainda vou dizer...)

Observação: eu tive a Liz de uma maneira que eu pensei ser impossível para mim: posição ' genu peitoral', mas famosa como quatro apoios. Cavalinho me cobria muito e banquinho não sentia minhas costas confortáveis, foi por isso.
E ô posição boa para as costas, para a força e descanso tudo ao mesmo tempo.
Esse desenho ao lado mostra muito bem como eu estava. E com esta posição ainda é possível fazer força com os braços, na cama PPP (a qual usei na maternidade) é equipada para este tipo de posição também.

Continue lendo...

21 de outubro de 2010

Um relato de cesárea desnecessária no Japão

É triste mas é real. No Japão já se faz cirurgias desnecessárias em gestantes de baixo risco.

O relato abaixo não é o primeiro que conheço, e pelos depoimentos que recebo diariamente, sei que muitas mulheres acabam se sujeitando à cesarianas desnecessárias porque o médico não lhes dá outra opção.

A Érika acompanha nosso blog desde o começo da gestação e lutou até o fim por um parto natural, mas infelizmente seu médico usou de táticas de terrorismo para fazê-la não acreditar que seria capaz de parir.

Eu fico muito, muito triste em saber que a "industria da cesarea" já se instalou aqui e que as mulheres tem que agora que ficar pulando de hospital em hospital para conseguir um atendimento descente e humanizado.

Postei recentemente a lista de FALSOS MOTIVOS ALEGADOS PARA CESAREA, feita pela Dra. Melânia Amorim, obstetra do Brasil, e fica como dica para quem quiser consultar.

Para a Érika eu desejo uma maternidade feliz e que num próximo parto ela possa ser acompanhada por bons profissionais que acreditem no poder do feminino e em sua capacidade de gestar e parir.

***********************************************************************
Minha princesa chegou no dia 23/06/10, pesando 4.130kg e com 52,5cm.

Meu parto foi cesarea, no inicio foi muito frustante para mim, pois desejava muito ter um parto normal.

Sempre soube que aqui no Japão é comum ser feito parto normal, e que eles fazem a cesarea em ultimo caso.

Com 38 semanas o medico pediu um raio-x para saber com certeza as medidas do bebe, pois ele achava o bebe grande e "suspeitava" que eu não teria passagem, e que talvez tivesse que induzir o parto normal.

Após o exame ele achou que poderia segurar mais uma semana e que o bebe sairia por via vaginal sem problemas.

Na semana seguinte eu sentia algumas dores mas nada muito serio, quando fui a consulta de 39 semanas ao relatar as dores ao medico, ele fez exame de toque, o ultrasson e disse que não teria condições de fazer um PN, pois na ultrassom minha bebe já parecia ser grandinha, e pelos "sintomas" já era para eu estar entrando em trabalho de parto mas meu corpo estava normal, não estava respondendo ao bebê.

Então ele indicou uma cesarea, que na hora eu neguei pois queria PN, pedi para que ele induzisse, e ele disse que até poderia fazer isso mas que pelo meu quadro ele achava que eu iria passar por todas as dores e ter que fazer a cesarea do mesmo jeito, e uma cesarea de emergencia eles iriam cortar minha barriga na vertical, mas com a data agendada ele poderia fazer o corte na horizontal.

E conversou com meu marido e disse a ele que se fosse a esposa dele, ele faria a cesarea, pelo bebe ser grande, então meu marido concordou com a cesarea e eu também.

Deus olhou por nós em todos os momentos e tudo correu bem. Foram 9 dias de internação, o que eu achei otimo, pois voltei para casa um pouco melhor, diga-se 50%, e agora estou aqui babando muuuuuuuuuito, feliz demais e so tenho a agradecer a Deus esse presente maravilhoso que me deu.

Ela e linda e muito esperta, quando eu penso que consigo mudar alguma coisa para ser do meu jeito ela mostra que e mais esperta, acho que por mais que eu tente ela manda mais em mim do que eu nela......rs.

Estou sendo mãe 24h e é cansativo, mas o sorriso dela me faz sentir que tudo vale a pena.

Érika Beppu

Continue lendo...

20 de outubro de 2010

Simplesmente Mulher no Japão

Em setembro desse ano comecei uma coluna na Revista Feminina "Simplesmente Mulher".

A revista é distribuida na região de Aichi e trata sobre vários assuntos do universo Feminino, como: saúde e bem estar, beleza, receitas, moda, entre outras coisas.

Se ainda não tem a revista em sua região e você gostaria de receber, entre em contato com a Celina Iguma por e-mail solicitando: comercial@simplesmentemulher.jp.

Deixo aqui para vocês conferirem as matérias do mês de setembro e outubro.

Continue lendo...

18 de outubro de 2010

CONFIANÇA

Eu acredito que essa seja a coisa mais necessária pra qualquer pessoa que vai ser ou é mãe.

A gente precisa (repito: PRECISA) ter confiança em tudo: na roupinha, nos brinquedos, no xampú, no pediatra, no carrinho, no sling, no berço, mas principalmente, em nós mesmas. Na nossa capacidade de gerar, de gestar, de parir, de amar, de sentir, de intuir, de amamentar, de cuidar, de DECIDIR.


A gente precisa confiar na gente. Na natureza.

Muitas vezes, isso significa ir contra a maré, fazer o que ninguém faz, o que ninguém fala, o que ninguém gosta.

Amamentar (que é o assunto, heheheheeheh) é simples. Precisa de três itens: uma mãe, um bebê e água. Tendo isso, já tem 99% do caminho andado, com a certeza de uma amamentação boa e feliz. O resto, vem de informação. Informação é a base pra que nossas decisões tenham fundamento, que não sejam só "ah, minha vizinha falou...", "o pediatra mandou". Pra que a gente tenha confiança e segurança. E pra que a gente faça certo.

TODO lugar diz que amamentar é importante. Que amamentação exclusiva nos 6 primeiros meses é fundamental e ideal, e que até os dois anos, pelo menos, é bom amamentar. Mas quem faz? Quantas pessoas conseguem botar o peito pra fora em qualquer lugar e amamentar? Quantas mulheres que fizeram isso não viram alguém fazendo cara feia?

Uma coisa que todo mundo precisa saber é que TODO SANTO BEBÊ CHORA. Uns mais, outros menos. Mas todos choram. E não é só de fome, não! Pode ser carência, por que não? Eles saíram do lugar onde viveram 9 meses, é normal se sentirem inseguros, não?
E bebê dorme a noite toda depois de uma mamadeira de leite em pó porque aquilo é pesado demais pro estômago daquele serzinho. É uma feijoada de boteco, gente. Deixa qualquer um sonolento, mesmo.

Outra coisa: qualquer bico (seja chupeta, mamadeira, chuquinha) pode confundir o bebê e fazer com que ele desmame.
Então, vamos não dar essas coisas?
(eu sabia disso e tentei dar chupeta pros meus 3 em momentos de desespero. Só a Melissa aceitou)

Uma dica: sentiu que o peito está vazio? Toma água. Um, dois, três copos de água. Tome quantos você conseguir sem passar mal. hehehhehee. Depois pegue seu bebê no colo, veja o rostinho, as mãosinhas, as dobrinhas, o pezinho. Namore seu bebê. Ame. E só isso vai fazer com que você produza ocitocina e libere seu leite.
Eu, até hoje, quando vejo uma cena muito linda dos meus filhos, fico com os seios jorrando leite.

A dica contrária: se seus seios estão empedrados, tome um banho morno, ordenhe só o suficiente pra aliviar a dor. Depois faça compressas GELADAS. Sim, são elas que diminuem a produção de leite. E ordene o leite que sobra. E doe. Doar é um ato que salva vidas. Doe.

Amamentar SEMPRE vale a pena. Sempre. Mesmo que você precise complementar, mesmo que o bebê já não seja mais tão bebê. Mas precisa ser gostoso tanto pra ele quanto pra você. Verifique a pega, use uma almofada de apoio pra cabecinha e vai em frente! O mundo e o seu bebê agradecem.

Continue lendo...

8 de outubro de 2010

Books de gestantes no Japão

Estamos numa época em que a maioria das gestantes faz um book fotográfico na gestação, afinal a gravidez é um período incrível em que a gente se sente bonita e muitas vezes até mais sexy! (porque não?) =)

Eu sempre tive vontade de fazer um book de gravida, mas não tive oportunidade antes.

Bom, agora que o maridão virou fotográfo e está detonando (modéstia parte...rss) com a sua máquina, eu terei enfim a oportunidade de poder fazer meu book, além de que, poderei fotografar meu parto também! =))

Já postei aqui algumas fotos maravilhosas de parto e hoje postarei o link do site do maridão para quem quiser conferir seu trabalho.

São fotos da gestante e do recém-nascido, que podem ser impressas num único album fotográfico.

Quem desejar mais informações pode entrar em contato aqui, através de comentário, ou por e-mail, ou também através do site do marido.

Podem comentar também o que acharam das fotos, opiniões são bem vindas! =)))

Continue lendo...

4 de outubro de 2010

Irradiando Luz: Lei da Palmada: um tapinha não dói?

Li o texto abaixo no Irradiando Luz e não poderia deixar de compartilhá-lo aqui.

Tema que é super debatido, e que muitas vezes inflama os defensores das palmadas.

Minha opinião pessoal: Apanhei muito e já fui de bater também.
Aprendi a me controlar e busquei métodos de impor os limites sem precisar usar a violência física (porque na hora do nervosismo a gente não mede a força que bate)

Hoje dialogo mil vezes antes de impor um "castigo". Me esforço bastante para não gritar (o que também fazia e sempre achava péssimo) e busco acordos o tempo todo com meus filhos, e tem funcionado bem.

Creio que existem, pelo menos, uma dezena de métodos, que não seja bater.

Vale pensar, estudar e buscar criar os filhos ensinando que a violência não deve ser nem o ultimo recurso.

Irradiando Luz: Lei da Palmada: um tapinha não dói?: "Quem ama educa. (Imagem: campanha Não bata. Eduque) Um projeto de lei enviado em 14 de Julho de 2010 pelo governo ao Congresso estabelece..."

Continue lendo...