Queridas,
entre os dias 10 de setembro e 10 de novembro, todas as participantes de nossa lista de discussão que participaram das discussões do grupo, entraram para o sorteio de um sling.
Ontem fiz o sorteio e tá aqui para vocês verem...hehehehe
Como eu havia dito, os nomes no sorteio, constaram conforme a participação no grupo, ou seja, quem participou mais, teve o nome no "saquinho" mais vezes... =op
A ganhadora me passe seu endereço por favor para receber o presente.
Continuem participando que em breve tem mais novidades...
beijo
Ro Oshiro
11 de novembro de 2008
10 de novembro de 2008
Parto - Metodo Leboyer
Na década de 70, o obstetra francês Fréderick Léboyer, criou um método que pode ser adotado em qualquer posição que a mulher queira dar à luz. Ele surgiu como uma crítica à forma violenta em que o bebê era recebido: pendurado de cabeça para baixo e levando palmadas nas nádegas para respirar, numa sala clara demais e cheia de médicos e assistentes. Léboyer sustentou que o parto era um processo simples e natural, portanto deveria ser tratado como tal, ou seja, o bebê seria recebido num ambiente acolhedor e por poucas pessoas.
Em vez de pendurá-lo, o médico deveria coloca-lo sobre o peito da mãe para ser acariciado e se sentir protegido. O cordão seria cortado depois desse contato, quando ele já estivesse respirando por si mesmo, sem palmadas e sem choros. As alterações que ele introduziu, influenciaram a maneira de como os médicos viam o parto e ampliaram o poder de escolha das mulheres sobre posições mais confortáveis e naturais de dar à luz. Mesmo as que se submetem à cesariana, tem o direito de receber o filho no peito antes que lhe cortem o cordão e o levem para exames.
É melhor relaxar - O bebê agradece
Desde sair de casa, chegando à maternidade e durante todo o parto, quando as contrações uterinas ficam mais fortes e intensas, o bebê continua precisando receber de sua mãe sinais de segurança e tranqüilidade. Afinal, ele também está passando por momentos penosos, já que para ultrapassar o estreito caminho da bacia, é obrigado a efetuar difíceis movimentos com seu corpinho que ainda não está acostumado a isso. Mas como transmitir segurança e tranqüilidade num momento como esse, quando as contrações são fortes, intensas, e o desejo de conhecer aquele pequeno “serzinho” deixa as mães ansiosas e tensas? Não é difícil. E, levando-se em consideração que nesse entrosamento mãe/filho depende muito o bom desenrolar do parto, vale a pena tentar. O simples fato da mamãe estar consciente da necessidade de se manter calma e relaxada durante todo o trabalho de parto, já é um importante passo para alcançar este objetivo.
PAPAI! - Preciso de você
Na hora do parto, apenas a companhia do obstetra e seus assistentes, não deixa a futura mamãe mais tranqüila. Portanto é imprescindível que mais uma pessoa esteja ao seu lado. O papai. Infelizmente ainda há maternidades que proíbem a presença do pai na sala de parto. Mas, quase todas as particulares a permitem. O acompanhamento do pai do bebê durante o trabalho de parto, além de dar apoio a futura mamãe, permite com que ele se sinta mais útil, ao contrário do que se estivesse alí fora esperando pela vinda de seu filho. Além disso, ele terá a vantagem de ser uma das primeiras pessoas a segurar o pequenino.
Silêncio! - Meu bebê vai nascer
A mamãe, já em posição para dar à luz, deve receber instruções do obstetra e seus assistentes, sempre em voz baixa. Desta maneira eles a auxiliam mais do que gritando, deixando-a mais descontraída. Esta é uma regra que deveria ser seguida com rigor. Na verdade, mais do que expressões nervosas ditas em voz alta, do tipo Faça força! É agora! Ajude! Já está nascendo!, a mulher precisa nesse momento, de paciência, silêncio, compreensão e segurança, para que possa voltar ao seu ritmo próprio e reequilibrar-se a cada contração mais forte. Este tipo de comportamento, no entanto, depende muito da equipe médica que vai atende-la.
Em vez de pendurá-lo, o médico deveria coloca-lo sobre o peito da mãe para ser acariciado e se sentir protegido. O cordão seria cortado depois desse contato, quando ele já estivesse respirando por si mesmo, sem palmadas e sem choros. As alterações que ele introduziu, influenciaram a maneira de como os médicos viam o parto e ampliaram o poder de escolha das mulheres sobre posições mais confortáveis e naturais de dar à luz. Mesmo as que se submetem à cesariana, tem o direito de receber o filho no peito antes que lhe cortem o cordão e o levem para exames.
É melhor relaxar - O bebê agradece
Desde sair de casa, chegando à maternidade e durante todo o parto, quando as contrações uterinas ficam mais fortes e intensas, o bebê continua precisando receber de sua mãe sinais de segurança e tranqüilidade. Afinal, ele também está passando por momentos penosos, já que para ultrapassar o estreito caminho da bacia, é obrigado a efetuar difíceis movimentos com seu corpinho que ainda não está acostumado a isso. Mas como transmitir segurança e tranqüilidade num momento como esse, quando as contrações são fortes, intensas, e o desejo de conhecer aquele pequeno “serzinho” deixa as mães ansiosas e tensas? Não é difícil. E, levando-se em consideração que nesse entrosamento mãe/filho depende muito o bom desenrolar do parto, vale a pena tentar. O simples fato da mamãe estar consciente da necessidade de se manter calma e relaxada durante todo o trabalho de parto, já é um importante passo para alcançar este objetivo.
PAPAI! - Preciso de você
Na hora do parto, apenas a companhia do obstetra e seus assistentes, não deixa a futura mamãe mais tranqüila. Portanto é imprescindível que mais uma pessoa esteja ao seu lado. O papai. Infelizmente ainda há maternidades que proíbem a presença do pai na sala de parto. Mas, quase todas as particulares a permitem. O acompanhamento do pai do bebê durante o trabalho de parto, além de dar apoio a futura mamãe, permite com que ele se sinta mais útil, ao contrário do que se estivesse alí fora esperando pela vinda de seu filho. Além disso, ele terá a vantagem de ser uma das primeiras pessoas a segurar o pequenino.
Silêncio! - Meu bebê vai nascer
A mamãe, já em posição para dar à luz, deve receber instruções do obstetra e seus assistentes, sempre em voz baixa. Desta maneira eles a auxiliam mais do que gritando, deixando-a mais descontraída. Esta é uma regra que deveria ser seguida com rigor. Na verdade, mais do que expressões nervosas ditas em voz alta, do tipo Faça força! É agora! Ajude! Já está nascendo!, a mulher precisa nesse momento, de paciência, silêncio, compreensão e segurança, para que possa voltar ao seu ritmo próprio e reequilibrar-se a cada contração mais forte. Este tipo de comportamento, no entanto, depende muito da equipe médica que vai atende-la.
8 de novembro de 2008
Parto Humanizado ou Parto Ativo
Uma belissima produção da qual não falarei nada, apenas recomendo: ASSISTAM!!! VALE A PENA!!!
7 de novembro de 2008
Amamentação exclusiva até os 6 meses
Ana, minha caçula, completou 6 meses dia 27 de outubro e eu, que introduzi alimentos para meus filhos a partir dai, repensei minha opinião.
Algumas linhas de pensamento, dizem que não é possivel estipular uma data limite para introdução de alimentos, e que o ideal seria observar os sinais do corpo do bebe, por exemplo, o surgimento da dentição ou o momento em que a criança aprende a se sentar sozinha.
O fato é que Ana teve seus 2 primeiros dentinhos com 5 meses e aprendeu a sentar-se no mesmo periodo, mas eu resolvi seguir o coração de mãe e não insistir em alimentação rígida por enquanto.
Nessa fase em que ela está, ela quer sentir o mundo através da boca, então eu resolvi oferecer uma fatia de maça, que ela ficou chupando até enjoar, no dia seguinte um pedaço de caqui, no outro dia ofereci um chazinho.
Aos poucos, vejo que ela vai sentindo os sabores, experimentando, no tempo dela, sem regras, sem horarios estipulados, até que um dia ela resolva comer pra valer.
Claro que essa regra serve para mães que amamentam, porque se a criança toma formulas, ela precisará de outros nutrientes.
Conheço mães que só introduziram alimentação para seus filhos com 1 ano e eles estão muito bem, porque a alimentação é complemento ao leite materno, e não o contrario.
E você, como introduziu alimentos para seu bebe?
Compartilhe conosco sua experiencia.
Algumas linhas de pensamento, dizem que não é possivel estipular uma data limite para introdução de alimentos, e que o ideal seria observar os sinais do corpo do bebe, por exemplo, o surgimento da dentição ou o momento em que a criança aprende a se sentar sozinha.
O fato é que Ana teve seus 2 primeiros dentinhos com 5 meses e aprendeu a sentar-se no mesmo periodo, mas eu resolvi seguir o coração de mãe e não insistir em alimentação rígida por enquanto.
Nessa fase em que ela está, ela quer sentir o mundo através da boca, então eu resolvi oferecer uma fatia de maça, que ela ficou chupando até enjoar, no dia seguinte um pedaço de caqui, no outro dia ofereci um chazinho.
Aos poucos, vejo que ela vai sentindo os sabores, experimentando, no tempo dela, sem regras, sem horarios estipulados, até que um dia ela resolva comer pra valer.
Claro que essa regra serve para mães que amamentam, porque se a criança toma formulas, ela precisará de outros nutrientes.
Conheço mães que só introduziram alimentação para seus filhos com 1 ano e eles estão muito bem, porque a alimentação é complemento ao leite materno, e não o contrario.
E você, como introduziu alimentos para seu bebe?
Compartilhe conosco sua experiencia.
6 de novembro de 2008
Nossa comida como primeira papinha?
Às vezes o simples afazer, da introdução, da primeira papinha, não é tão simples como pensamos.
Aqui em casa o Ben chegou aos 6 meses, e iniciar as primeiras papinhas foi um verdadeiro desafio. Até eu descobrir que ele gostava e queria era a comida de gente grande, foram potes e mais potes de papinhas compradas.
Uma sopinha de milho do Saizeria por exemplo, se deixasse ia toda para ele!
Mas e a preocupação com o tempero demais? Com o paladar mais forte?
Eis um produto no Japão que pode ajudar mamães com o mesmo problema:

Uma caixinha vêm com 3 sabores, tem até um, que é estilo molho branco, para as refeições de molho branco que fazemos.
Cada saquinho você irá colocar em 2 colheres, de sopa, de água (leite ou qualquer caldo da preferência da mamãe), misturar e depois acrescentar em mais ou menos 4 colheres, de sopa, da comida da gente (adultos).
Isto para que nossa comida fique com tempero mais leve para o bebê.
Será uma opção a mais para as mamães que não estão conseguindo introduzir a primeira papinha para o bebê!
No meu caso, foi somente no começo mesmo. O Ben já está papando a comidinha que preparo para ele batida no liquidificador.
Mas este produto foi ótimo para colocar, por exemplo, nas sopinhas que eu fazia para mim e maridão, e ele queria. E também na introdução de sabores diferentes.
Eu esmagava rapidinho 4 colheres do que estava comendo e já acrescentava as 2 colheres com o caldinho do sabor desejado.
Realmente ajudou e ele comia muito bem!
Aqui em casa o Ben chegou aos 6 meses, e iniciar as primeiras papinhas foi um verdadeiro desafio. Até eu descobrir que ele gostava e queria era a comida de gente grande, foram potes e mais potes de papinhas compradas.
Uma sopinha de milho do Saizeria por exemplo, se deixasse ia toda para ele!
Mas e a preocupação com o tempero demais? Com o paladar mais forte?
Eis um produto no Japão que pode ajudar mamães com o mesmo problema:
Uma caixinha vêm com 3 sabores, tem até um, que é estilo molho branco, para as refeições de molho branco que fazemos.
Cada saquinho você irá colocar em 2 colheres, de sopa, de água (leite ou qualquer caldo da preferência da mamãe), misturar e depois acrescentar em mais ou menos 4 colheres, de sopa, da comida da gente (adultos).
Isto para que nossa comida fique com tempero mais leve para o bebê.
Será uma opção a mais para as mamães que não estão conseguindo introduzir a primeira papinha para o bebê!
No meu caso, foi somente no começo mesmo. O Ben já está papando a comidinha que preparo para ele batida no liquidificador.
Mas este produto foi ótimo para colocar, por exemplo, nas sopinhas que eu fazia para mim e maridão, e ele queria. E também na introdução de sabores diferentes.
Eu esmagava rapidinho 4 colheres do que estava comendo e já acrescentava as 2 colheres com o caldinho do sabor desejado.
Realmente ajudou e ele comia muito bem!
5 de novembro de 2008
Amamentar em 10 passos
Esse video recebeu o premio de melhor video no 6º Congressso Argentino de Aleitamento Materno, organizado pela Sociedade Argentina de Pediatria.
É muito didático!
Você conhece instituições, hospitais e clinicas que apoiam a Amamentação como a La Leche League aqui no Japão?
Compartilhe conosco!
Veja aqui a materia na integra.
É muito didático!
Você conhece instituições, hospitais e clinicas que apoiam a Amamentação como a La Leche League aqui no Japão?
Compartilhe conosco!
Veja aqui a materia na integra.
1 de novembro de 2008
Parto Normal x Cesarea
Uma reportagem super bacana sobre a diferença entre o parto normal e a cesarea, e os beneficios de deixar o corpo agir para o parto natural.
Foi gravado em julho de 2007 do Programa da Record: Hoje em Dia!
Muito bom!
Foi gravado em julho de 2007 do Programa da Record: Hoje em Dia!
Muito bom!
Barbara Nakashima - Aichi
Tenho 3 filhas e o meu primeiro parto foi em 2003...
Começou assim no dia 15 (segunda) comecei a sentir algumas contraçoes as 2hs da manhã e la pelas 4hs fui dormir.
Acordei as 14hs com as contraçoes que vinham as vezes de 10 em 10, e as vezes de 20 em 20min.
Passei a segunda toda deitada e la pelas 8 da noite comecei a sentir contraçoes com tempo certinho com ritmo de 15 em 15 minutos, e foi assim a noite toda as 6 da manha começaram as de 10 em 10 minutos.
Fui para a clinica as 8 da manha e fui internada as 2 da tarde, eu tava com 5 cm de dilataçao, e as contraçoes passaram a ser de 5 em 5 minutos.
As 5 da tarde passou a ser de 1 em 1 minuto e a bolsa estourou.
Fui para a sala de parto e colocaram um aparelho para monitorar o coraçãozinho do nene e eu estava com 7cm de dilataçao.
As 7 da noite ja estava com 10 e comecei a fazer força.
As 8:47 da noite minha Nathalia nasceu, no dia 16 (terça-feira) fui para uma salinha e fiquei lá ate as 6hs da manha quando fui para o quarto. Tive alta no dia 21 (domingo)
Foi parto normal sem anestesia, só anestesia local para costurar o pique que foi feito... = (
Nathalia nasceu de 39 semanas e 4 dias com 49cm e 3128kg.
Em 2005, no dia 19/12 (segunda feira) as 11:30 da manha minha bolsa começou a vazar o liquido aminiotico e as 13hs a bolsa se rompeu mesmo, mais eu não tinha contraçao nenhuma.
Liguei para minha cunhada e para o meu marido para avisar que havia estourado a bolsa e fui tomar banho e comer algo.
Minha cunhada chegou e saimos de casa as 14:35 e fomos para o hospital, sem sentir nada, so um liquido vazando.
Cheguei na maternidade por volta das 15hs e fui examinada, e foi constatado que a bolsa tinha estourado mesmo e fiquei internada desde então.
Tomei um anibiotico para evitar infecçao, por causa da ruptura da bolsa e fizeram a lavagem intestinal em mim (q alias é horrivel!!!) pelo mesmo motivo: evitar infecçao.
Bom, as 20:35hs senti uma contraçao forte mas só ela.
As 21:50hs senti outra, e as 22:30hs começaram as contraçoes com ritmo de 15 em 15 minutos.
Às 00:45 passou a ser de 5 em 5 min e ja estava com 7cm de dilataçao e as 2hs da manha passou a ser de 3 em 3 minutos,(e eu tava com 8 de dilataçao)
Quando foi as 3:07hs entrei na sala de parto com 9 de dilataçao e fui preparada para o parto (lavaram etc...)
As 3:15 fiz uma força e completei os 10cm. Fiz mais 3 forças e as 3:29hs do dia 20(terça-feira) ela nasceu!!!
Fui pro quarto as 5:30hs e ja nesse parto tive alta no dia 22 (quinta-feira).
Aika nasceu de 40 semanas e 3 dias com 51cm e 3318kg.
Bom este parto foi agora em 2008, para ser mais precisa, no dia 15/07.
Nesse parto, tive mais uma menina, que ate então eu não sabia o sexo, pois ela nos deixou na expectativa ate o nascimento, e foi um pouco diferente.
Ela estava prevista para dia 10/07/2008, porem desde 34 semanas a medica havia avisado que ela estava grande no ultrassom e dizia que eu estava com 39 semanas sendo que estava com 34 semanas.
Dai a medica mandou eu andar muito para acelerar o parto porque ela tinha medo da bb ficar muito grande.
Passaram-se as semanas e ela só crecendo e engordando.
Com 37 semanas ela ja estava com 3.500kg e a medica mandou andar e fez massagem no colo do ultero para ver se dilatava porem de nada adiantou.
No dia 10/07, data que estava previsto para nascer foi a ultima consulta de pré natal e a medica sugeriu induzir o parto pois pelo US ela já esta com 3.700kg.
Isso foi na quinta feira, eu ja estava com 2 de dilatação e nada do bb encaixar, ela estava alta.
Ela marcou a indução do parto para terça feira, dia 15/07.
Pois bem, passou sexta e nada de contração sentia muita contração a noite e toda noite era aquela ansiedade!
Cheguei a sentir na sexta, durante 3 horas, contrações leves de 15 em 15 minutos, mas dormi e no dia seguinte, sabado, acordei super bem e de noite a mesma coisa: contrações ritmadas mais nada de muito forte.
No domingo a mesma coisa, segunda a mesma coisa.
Na terça, dia 15/07, estava marcado para me internar as 9hs da manha, mais como tinha que arrumar minha filha mais velha para ir pra escola me atrasei e cheguei no hospital as 10hs.
Me internaram as 10:30hs e a enfermeira mandou-me vestir a roupa do hospital e logo depois me fez exame de toque, eu estava com 3 de dilatação e o bb alto.
Fiquei aguardando a medica prescrever o remedio para induzir o parto, que no meu caso, foi via oral.
As 11:20 tomei o primeiro comprimido e veio o almoço. Almocei e as 12:20 tomei o segundo comprimido .
As 12:25 senti a primeira contração, ai como doeu!!!
Assim começou de 20 em 20 minutos as 13:25hs, tomei o terceiro comprimido ai q a coisa apertou e as contraçoes ficaram de 10 em 10, e logo depois de 5 em 5 minutos.
As 14hs a enfermeira veio fazer exame de toque e nessa altura as contrações ja estavam de 4 em 4 minutos, eu estava com 6cm de dilatação.
Passou mais um tempo e perto das as 15:30hs elas passaram a ser de 3 em 3 minutos.
Nessa hora minha mae chegou com minha filha menor, e meu marido foi buscar a mais velha no hoikuen e levou a menor com ele. Fiquei com minha mae que ia tentando fazer massagem, conversava comigo e as contrações cada vez mais fortes.
As 16:20hs me fazem mais um exame de toque eu estava com 7cm de dilatação e as contrações de 2 em 2 minutos .
Resolveram me levar para a sala de parto, e para me desespero, meu marido ainda não tinha voltado. Pedi para que minha mae ligasse para ele, e pedir para se apressar.
As 16:40 meu marido chegou e minha mãe que estava comigo na sala de parto ate ali, foi para a sala de pré parto ficar com as minhas 2 filhas mais velhas, e meu marido assumiu o posto dele, ali do meu lado. Eu tava com 8cm de dilatação.
as 17hs me fizeram outro exame de toque eu estava com 9cm e a medica resolveu estourar a bolsa para acelerar mais o parto, pois eu estava sofrendo muito.
Estourou a bolsa e as coisas começaram dar errado.
Quando a nene corou, ela entalou, e como ela era muito grande, estava dificil para expulsa-la.
De repente, começou a entrar um monte de medicos e enfermeiros na sala, ai comecei a ver que algo estava errado, pois tinha bem 8 a 9 pessoas na sala de parto.
Cada um que vinha, fazia um exame de toque para ver o que seria feito.
Por fim, depois de muita luta, consegui que a cabeça da nene saisse, ai o medico mandou eu ficar fazendo ha ha ha, para evitar que ela voltasse.
A outra medica com jeitinho foi puxando ela, girando a cabecinha para um lado e pro outro cuidadosamente.
O mais engraçado foi que todos os medicos e enfermeiras, e meu marido, ficaram fazendo a respiranção junto comigo e dizendo Gambate! . Meu marido segurava na minha mão e a enfermeira que ficou cuidando de mim durante todo o trabalho de parto, segunrando a outra, mas com muito carinho, eu olhava para ela e sentia uma segurança e uma paz, então fiquei fazendo esta respiração HA HA HA HA HA HA e virou um coro dentro da sala de parto, e meu marido ia me dando agua e enxugando meu suor todo o tempo.
Depois de muito jeito, a medica conseguiu tirar o ombro e pediu que eu fizesse uma ultima força, e então as 17:23hs ela nasceu!
Comeu a chorar bem baixinho, e meu marido olhou e me perguntou:
- Quer saber o que é?
Na hora que escutei o chorinho dela eu ja sabia que era menina, mas respondi que sim...
Meu marido deu um sorriso e disse: é menina!!!
Então colocaram ela em cima de mim para eu ve-la, mas logo tiraram, pois ela precisava de alguns cuidados, pois tinha liberado meconio na agua da bolsa, pois ela fez muita força para nascer.
Ela chorava tão forte e alto que pediram ao meu marido para esperar na sala de pré-parto enquanto eles me arrumavam.
Fiquei por alguns minutos lá olhando eles cuidando dela e perguntei como ela estava e nada me respondiam, so diziam que estavam examinando ela.
Bom na terceira vez que perguntei algo, perguntei qual era o peso dela, e a enfermeira mais novinha que estava lá respondeu...
A Victoria nasceu de 40 semanas e 5 dias com 52 cm e 4.126kg!!!
Logo depois, a enfermeira veio e me tranferiu para a maca e me vestiu o pijama.
Levaram-me para sala de pré-parto de novo e lá estava minha mãe, meu marido e minhas 2 filhas me esperando.
Conversei um pouco com minhas filhas e depois pedi para que minha mãe levasse elas para casa. Não queria que elas ficassem assustadas, pois eu estava abatida.
Fiquei lá nessa sala por algumas horas e sai da sala de parto com uma fome enorme então a enfermeira trouxe o jantar isso devia ser umas 18:40hs a 19hs.
Eu não podia me levantar, então meu marido me deu a comida na boca me deu suco na boca tbem.
Depois de jantar a enfermeira me deu um remedio para contrair o utero e me levou para o quarto as 20:40hs, mais o menos, dai a enfermeira disse ao meu marido que ele podia ficar só mais um pouco comigo porque eu teria que descansar.
Ele ficou até as 21hs e depois teve que ir embora.
As 22:00 a enfermeira veio e disse para eu ir ao banheiro.
Me levantei e estava bem, não senti tontura, nem nada. Fui ao banheiro fiz xixi e não ardeu, só senti um incomdo no de tras, mas passou logo depois que fiz xixi. Voltei pra cama e dormi.
Mas ainda estava preocupada com a nene, pois ela tinha feito coco na bolsa, e isso poderia ter dado alguma complicação.
Graças a DEUS ela não pegou nenhuma bacteria.
Pois bem, na manhã seguinte, dia 16, acordei e tomei cafe, e as 11hs pude ve-la. Dei de mamar às 15hs e foi assim.
O nome dela meu marido tinha cogitado, no 7º mes de gravidez, que seria Vitoria se fosse menina, mais eu não quis muito. Quando ela nasceu, o primeiro nome que me veio a cabeça foi Victoria, pois o parto dela foi uma grande VITORIA para todos nós! Tanto para mim, quanto para a nene e para os medicos, e para meu marido tbem, que aguentou firme ali do meu lado todo o tempo, sem titubiar, me dando força e apoio em todos os momentos.
Agradeço primeiramente a Deus, que me deu a graça de ter mais uma princesa prefeitinha, ao meu marido que foi incrivel e essencial ali ao meu lado em todos os momentos, e minha mãe que foi incrivel e conseguiu distrair minhas filhas.
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