30 de abril de 2009

Massagem na gravidez traz alivio, mas requer cuidados especificos

A gravidez é, sem dúvida, um momento muito especial, mas tem lá os seus desconfortos. Mesmo quando tudo está dentro do programa, em termos da saúde da mãe e do bebê, há alguns aspectos, considerados normais e fisiológicos, que interferem no bem-estar da grávida.

A retenção de líquidos, que causa inchaço e sensação de peso nas pernas, as costas que doem, principalmente na região lombar, e as interrupções no sono pela dificuldade de encontrar uma boa posição para dormir quando a barriga cresce são queixas comuns.

Uma sessão de massagem é uma boa forma de minimizar esses males. A mais popular na gravidez é a drenagem linfática, para diminuir o inchaço. Mas há outras técnicas com bons efeitos, que são menos utilizadas, ou por serem menos conhecidas ou por medo de que possam causar algum dano ao bebê.

Embora todas as técnicas devam ser aplicadas com cuidados e restrições específicas para a gestação, algumas trazem preocupações maiores: na reflexologia e no shiatsu, por exemplo, a massagem de determinados pontos pode estimular contrações uterinas antes da hora. No entanto, quando são feitas por um bom profissional, contribuem para o bem-estar da grávida.

A Folha conversou com especialistas para saber as particularidades de cada tipo de técnica durante a gravidez. Em todos os casos, a gestante deve perguntar a seu médico se e quando pode fazer a massagem. Leia a seguir sobre cada uma delas.

Drenagem linfática

É muito recomendada por diminuir a retenção de líquidos comum nas gestantes. Pode ser feita nos noves meses, mas não tem efeito preventivo. "Diminui o inchaço temporariamente, mas quem tem propensão continuará com o problema", diz Mary Nakamura, professora de obstetrícia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

É contraindicada para grávidas com hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda, infecções de pele e erupções cutâneas. Como a hipertensão pode surgir subitamente, Miriam Zanetti, fisioterapeuta do grupo de pré-natal da obstetrícia fisiológica da Unifesp, recomenda que a pressão seja aferida antes de cada sessão.

A grávida deita de lado, de preferência do esquerdo. O abdômen é evitado e a massagem deve ser superficial.

Shiatsu

Os pontos que correspondem a diferentes órgãos do corpo são os mesmos da acupuntura. Entre os que podem levar ao aborto e não devem ser estimulados, estão os relativos ao intestino grosso e ao baço-pâncreas.

A fisioterapeuta e acupunturista Sabrina Rodrigues, do Shiatsu Luiza Sato, diz que muitos médicos contraindicam a massagem no primeiro trimestre, mas que, se aplicada por terapeuta qualificado, pode ajudar inclusive nessa fase. "É possível reduzir o enjoo do começo da gravidez", afirma.

A massagem também favorece a circulação, alivia dores lombares e diminui a ansiedade.

A sessão começa com a pessoa sentada e, depois, deitada na cama -por até dez minutos de costas, caso não se sinta mal, e de lado no restante do tempo.

Automassagem

Não tem efeito terapêutico, mas pode aumentar o bem-estar. "Ela melhora a autoestima, que sofre muito impacto na gravidez", diz Hugo Sabatino, professor de ginecologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Um estudo da universidade e da empresa de cosméticos Natura mostrou que, enquanto a massagem relaxou intensamente 75% das gestantes, o banho teve esse efeito em 57%; 91% relataram melhora na qualidade do sono.

Flávia Guimarães, médica do Instituto do Sono de Campinas, diz que, a partir do sexto mês, o sono é fragmentado. "A massagem é interessante pois há pouco a ser feito nesse caso."
Luna Weyel, 28, que teve seu filho Davi no último dia 5, fez automassagem durante toda a gestação. "Era super-relaxante e me preparava para dormir bem", conta.

Massagem pélvica

Novidade na preparação para o parto normal, essa massagem completa os exercícios de fortalecimento do períneo. Alonga as fibras musculares do assoalho pélvico e aumenta a distensibilidade do períneo. "Isso pode evitar a episiotomia [corte na região do períneo para alargar o canal de parto e evitar ruptura dos músculos] no parto vaginal", diz Mary Nakamura, da Unifesp.

A massagem é feita pela grávida, orientada por um especialista. No grupo de pré-natal da obstetrícia fisiológica da Unifesp, a técnica é ensinada.

Miriam Zanetti diz que deve ser feita a partir da 34ª semana de gestação. "O assoalho pélvico ganha alongamento para ser distendido no parto e voltar ao estado normal sem rompimento das fibras musculares", diz.

Massagem relaxante

Boa para diminuir as lombalgias e a ansiedade, pode ser feita durante toda a gravidez. A manipulação precisa ser mais suave do que o usual pois, nas costas, estão os centros de enervação do útero, que não podem ser muito estimulados durante a gestação.

A gestante fica deitada de lado e são colocadas almofadas entre as pernas e sob a cabeça, para garantir uma posição mais confortável. "A grávida precisa estar à vontade. E a manipulação tem de ser suave, não é para sentir dor", diz a naturóloga Camila Vieira, que faz massagem para grávidas no Gama (Grupo de Apoio à Maternidade Ativa), em São Paulo.

Diferentes técnicas podem ser combinadas, e alguns pontos não devem ser massageados na gravidez porque estimulam as contrações uterinas.

Mesmo evitando esses pontos, Vieira só utiliza a técnica a partir do terceiro mês de gestação -o risco de aborto espontâneo é maior no primeiro trimestre.

Ela acredita que uma sessão de massagem por semana é o suficiente para aumentar o bem-estar. Para Iracema do Nascimento, 36, grávida de 38 semanas do primeiro filho, essa periodicidade já ajuda a diminuir a dor nas costas e a ansiedade. "É também uma massagem no ego: você está se cuidando e cuidando do bebê."

Massagem ayurvédica

Usando princípios da medicina tradicional indiana, essa massagem alonga e relaxa os músculos e melhora a respiração. A fisioterapeuta Marcia Riga, coordenadora técnica do Buddha Spa, em São Paulo, diz que muitos movimentos são baseados nas posições da ioga. Eles podem ser feitos com a grávida deitada de lado ou sentada.

Riga recomenda que a técnica seja usada somente a partir do segundo trimestre. A massagem é feita da cabeça aos pés. Em gestantes, os alongamentos precisam ser realizados com mais cuidado, sem forçar muito. Isso porque alguns hormônios liberados na gravidez relaxam os ligamentos que suportam as articulações, tornando-as instáveis e propícias a lesões.

Para a bancária Jéssica Praum, 32, grávida de 28 semanas, o poder relaxante da massagem é um de seus pontos fortes. "Essa é uma fase de muitas emoções e é preciso ter um tempo só seu para não ficar muito estressada."

Massagem na água

A massagem subaquática é feita em uma banheira em que um profissional direciona jatos de água nas pernas, braços e costas da gestante.

Jona Haertel, diretor clínico do Spa Lapinha, no Paraná, diz que a técnica melhora a circulação e é altamente relaxante. "Na água, o corpo fica 40% mais leve, o que facilita os efeitos da massagem", diz.

Outra técnica é o watsu -ou shiatsu na água. A grávida fica flutuando numa piscina enquanto são feitos movimentos para alongar a coluna. O meio aquático permite que ela fique de barriga para cima. Fora da água, por causa do peso da barriga e da compressão causada no diafragma, essa posição causa desconforto.

Segundo Haertel, esse tipo de massagem não deve ser feito nos três primeiros meses da gravidez. Após esse período, os movimentos ou jatos de água não devem ser muito fortes nem atingir a região abdominal.

Reflexologia

São massageados pontos dos pés que correspondem a partes do corpo. Deve ser feita por um profissional que saiba quais não podem ser estimulados -os do útero, ovário e trompas estão proibidos.

"Mas pode ser útil para estimular o processo digestivo e resolver a constipação intestinal, comum em grávidas", diz Michele Paschui, professora do curso de naturologia da Universidade Anhembi-Morumbi. Também controla a pressão.

Para deslizar

- Óleos e cremes à base de cânfora e arnica podem ter efeito negativo sobre o feto.
- Cremes anticelulite, principalmente os com substâncias vasodilatadoras e cafeína, também não são recomendados.
- O produto deve ter baixo potencial alergênico.
- Produtos sem corantes e substâncias químicas são os mais indicados.
- Os aromas devem ser suaves, pois é comum a grávida ficar com o olfato mais apurado.


Tirado da Folha Online - Equilibrio de 23/04/2009 - 11h07

27 de abril de 2009

Exercitando no TP para reduzir a dor e diminuir as chances de cesárea

Já falamos aqui no blog algumas vezes sobre a vantagem de ter liberdade para se movimentar durante o TP e alguns exercícios que auxiliam no alivio das dores das contrações.

Eu já vivenciei a dor do parto deitada numa maca de hospital, com indução e digo que é H-O-R-R-Í-V-E-L!!! Uma verdadeira tortura para a mulher!

Em outra gravidez onde tive livre movimentação, massagens e exercícios em minha casa, a dor foi totalmente suportável até o final da dilatação, o processo foi muuuuuito tranquilo.

Recomendo as mulheres que procurem se movimentar durante o TP, utilizem bola de pilates, barras para se pendurar e alguem com a mão pesada (o maridão né?) para massagear a lombar com um óleo vegetal porque é muito bom e ajuda de verdade.

Temos abaixo algumas imagens retiradas da Folha Online Equilíbrio de 23/04/2009 - 11h23 que também vão ajudá-las durante o TP.

Futuras mães, sigam as dicas e vão se preparando ok?

25 de abril de 2009

As crianças vêem, as crianças fazem.

Hoje eu vim deixar um vídeo que fala o que eu quero dizer. E fala muito melhor do que jamais poderia dizer.

Então, faço aqui um apelo: se você quer que seu filho seja um bom ser humano, dê o exemplo.
Simples, assim.

Se você fala para o seu filho que não pode bater, não bata. Se você não quer que seu filho grite, não grite. Se você não quer que seu filho se drogue, não se drogue. Se você não quer que seu filho jogue lixo pela rua, não jogue. Se você quer um filho que respeita os outros, respeite. Assim.



21 de abril de 2009

Doenças da infância

Quando os nossos filhos ficam doentes, é normal a gente se desesperar.
Claro, nosso bebê está ali, doente, sofrendo. A gente não tem como tirar isso deles.
E depois de alguns dias sem dormir, é normal a gente se desesperar por eles e por nós.

Não vou dar aqui nenhuma receita caseira para baixar febre, curar conjuntivite, nada disso.
hahaha.
Quero, mesmo, é falar sobre como lidar com isso. Como nós podemos ajudar, sem ser farmacologicamente.

Mas, então, o que se faz, numa hora dessas?
O normal: deu febre, toma antitérmico. Deu inflamação, toma antiinflamatório. Deu infecção, toma antibiótico. Deu alergia, toma corticóide, antihistamínico. É rápido, fácil.
Só meio caro.
Financeiramente também. Mas caro para a saúde dos nossos filhos. E para o meio ambiente.

A primeira coisa que a gente precisa saber é que é normal ficar doente. Gripe, resfriado, kafunshou, catapora, conjuntivite viral..... Normal!
Doenças que vêm e vão sem remédios.

Além de normal, são essas pequenas doencinhas que fazem o sistema imunológico funcionar, fortalecer e amadurecer.
Em outras palavras, faz bem!

Claro, ninguém gosta de ver o filho com febre. Mas a gente precisa saber que o sistema imunológico está funcionando. E que, se a gente interfere, a coisa pára de funcionar.

A gente pode dar suco de laranja, mexerica, morango, kiwi, suco de limão. Pode fazer sopinha, okayu, dar banho morno, soro caseiro para hidratar. Tudo isso é natural, não vai tirar nenhum dos sintomas. Mas tem sua dose de vitamina, de conforto. Então vale. Tudo o que ajuda, sem efeitos colaterais, vale.

Mas remédios.... vamos deixar para quando eles estiverem doentes de verdade, que tal? Senão o corpo acostuma e, quando precisar, não vai ter o efeito necessário.

Minha receita: calma, paciência (que filho doente e mãe sem dormir costumam não ser uma combinação muito legal. haha) e confiança. Tire um tempo para ficar com o seu filho, porque ele precisa desse tempo. Deixa a casa, deixa a roupa, deixe as compras. Cuide só do bebê. Beije, abraçe, nine. Logo passa.

19 de abril de 2009

Promoção "Materna Japão e Criando Gente"

A Flávia Mesquita, designer de moda, é a mais nova parceira do Materna Japão e está oferecendo um desconto de 10% em qualquer blusa de amamentação para as mães que comprarem em seu blog e disserem que são seguidoras do nosso blog.

Ela é criadora da marca "Criando Gente" e faz modelos lindíssimos e super confortáveis de blusas para ocasiões diversas, com um diferencial: são próprias para amamentação! Além de serem confeccionadas por material de excelente qualidade.

Serve para quem amamenta ou para dar de presente para uma amiga que vai amamentar ao invés de dar presentes para o bebê que talvez não fossem necessários né? =D

Visite o site da Flavia e confira!
http://www.criandogente.blogspot.com/

16 de abril de 2009

Shantala, suaves toques de amor

A Pitty Arai é a materna convidada da semana. Aqui ela fala um pouco sobre essa prática que ajuda (e muito) acalmar os bebês e ensina também como praticá-la.
Confiram o post e a video aula! =D

Um médico francês em uma visita a Índia se deparou com uma cena que o fez ficar atentamente observando, uma mãe que se chamava Shantala fazia massagem em seu bebê, para ela já fazia parte do dia a dia, mas para esse médico era algo diferente que no Ocidente dificilmente se encontrava uma mãe que parava os afazeres de casa para então ter um contato dessa forma com seu bebê, ele fotografou toda cena e quando retornou ao seu país levou essa técnica e nomeou em homenagem a essa mãe. La na Índia não existe um nome específico pois já é passado de geração em geração.

Graças a esse médico, hoje muito tem se utilizado essa massagem para ter um maior contato com mãe e filho.

Há inúmeros benefícios, é tão importante para os pais quanto para a criança, através da shantala é uma oportunidade de proporcionar um momento de intimidade e conforto entre os dois.

Ao ser tocado o bebê relembra de quando estava dentro da barriga, se sentindo seguro e protegido, para a mãe são minutos preciosos em que ela poderá brincar, conversar e conhecer melhor seu filho.


Como fazer essa massagem?

Reserve 20, 30 minutos do seu dia, esqueça o agito e os problemas, é importante a tranqüilidade e a paz nesse momento.

Aqueça o ambiente e escolha um óleo vegetal puro, é um ponto importante, pois a pele do bebê é sensível e deve estar sempre longe de produtos cheios de química.

Coloque seu bebê sem roupa sobre uma toalha, pode ser a sua frente ou sobre suas pernas.


*Inicie a massagem colocando o óleo sobre suas mãos, aqueça juntando uma na outra e depois coloque sobre o peito do bebê. Comece pelo tórax e deslize para a costela. Nas laterais faça movimentos de cima para baixo.

*No ombro desça as mãos para o peito e faça várias vezes esse movimento.

*Vá para a barriga e concentre-se ali, com as mãos abertas faça movimentos circulares, sempre em sentido horário.

*Suba para os braços e massageie como se estivesse rosqueando desde a axila até os pulsos, alongue as mãozinhas esticando os dedinhos. Faça igualmente no outro braço.

*Desça para a perna e proceda da mesma forma, comece pela virilha e desça até os pés, segure os pezinhos e com o seu dedão massageie em linhas no sentido dos dedos ao calcanhar.

*Vire o bebê de bruços, posicione as duas mãos sobre próximas a nuca e deslize em direção às nádegas, depois das nádegas até os pés. Repita o mesmo movimento em sentido contrário.

*Vire novamente o bebê de frente e massageie a face, esticando a pele, deslize do centro do rosto até as orelhas, do queixo faça como se o bebe fosse sorrir.

*Por último faça um alongamento, abra os dois braços e feche como se fosse abraçar. Depois cruze o braço direito para baixo e a perna esquerda para cima, e ao contrário também. Cruze as duas perninhas e segure alguns instantes.

Repita sempre os movimentos pelo menos três vezes.


Me chamo Priscila mas só atendo por Pitty. =D
Tenho 24 anos, moro na cidade de Hamamatsu e sou casada há 5 anos com o Vin (que está batalhando para logo sustentar a família vivendo só de arte). Tambem sou mamãe da Emi chan, uma menininha linda que enche meu coração de alegria, é uma nova fase que estou aprendendo muitas coisas da vida que até antes não dava muito valor. Nunca imaginei como me tornaria mamãe e hoje estou amando esse mundo da maternidade.
Quer ser a proxima a ter um texto sobre algo da maternidade, junto com uma foto sua?
Escreva para nós! maternajapao@gmail.com

13 de abril de 2009

O medo da dor do parto

Já falamos aqui sobre a dor do parto e hoje gostaria de falar mais um pouco sobre o assunto porque acredito que nunca é demais, já que para as pessoas a dor do parto é "a pior dor do mundo" e um castigo para as mulheres.

Escuto muito nas conversas do dia a dia que a dor do parto é "castigo de Deus", "culpa de Eva" e que o mundo evoluiu e não precisamos mais disso. Afinal, se a tecnologia avançou, porque abrir mão dela?"

Há pouco tempo, num debate de um virtual sobre a dor no parto natural, alguém questionou: "Se não houvessem os efeitos colaterais e complicações da analgesia, não seria bom tê-la sempre a disposição para parir sem dor"?

Uma das respostas foi mais ou menos assim:
" Um corredor desiste de correr porque vai sentir dor?
Alguém que deseje uma tatuagem vai desistir dela por causa da dor?
Um alpinista vai desistir de subir as montanhas pela cansaço e sacrificio que terá?"

É super dificil falar da dor do parto "isoladamente" porque a dor do parto, na minha opinião, a dor mais diferente que se possa imaginar. Não tem como não dizer que não doi, mas não é uma dor de doença que fica lá latente, é uma dor de vida, uma dor “boa” que nos permite descansar entre uma contração e outra.

É uma dor de renovação, de força, poderosa e que dá poder também à mulher.

Já a dor com ocitocina (indução) é maior do que a dor natural, e umas 10 vezes pior se você estiver num ambiente inóspito. Mas se você estiver um ambiente confortável, com pessoas que te transmitam amor e segurança, com certeza passará mais tranquilamente pela dor das contrações.

Não fique pensando "na dor" antes do TP, ou se vc não vai aguentar, se vai pedir anestesia ou cesárea, se concentre em você e no seu baby, afirme dentro de você tudo em que você sabe e acredita sobre o parto e deixe para ter essas preocupações na hora que o momento chegar, não sofra na véspera, ok?

Acredite que pode, que você é capaz, se entregue! E que venha "à luz" seu bebê! =))



8 de abril de 2009

Slingando

A Kelly Yamada é a primeira materna convidada oficialmente do blog e nós enviou um foto do seu bebê slingando, junto a um texto muito bacana sobre o sling.
Confira!

A criança/o bebê ao ser transportada num sling usufrui de movimento, prazer, calor humano, segurança e todos os sons ao qual estava acostumado na barriga.

Os movimentos da mãe e o som de seus batimentos cardíacos estimulam seu sistema nervoso, particularmente o sistema que controla o equilíbrio do corpo.

Ao transportá-la dessa maneira, e mais ainda na posição vertical, você estará prevenindo a regurgitação e reduzindo a formação das cólicas, favorecendo a digestãoBebês “slingados” choram menos que outros pois o contato contínuo com um adulto significa que este adulto percebe imediatamente as necessidades do bebê e pode satisfazê-las sem espera.

Pais que “slingam” seus bebês desenvolvem uma forte comunicação com a criança/bebê e compreendem melhor e mais rápido qualquer sinal de stress da criança.

Breno pedindo: Por favor, me da um colinho???

Ao invés de depositar nossos bebês em "recipientes" diferentes (carrinho, cadeirinha do carro, chiqueirinho etc.), ao “vestir” sua criança você estará compartilhando seu calor, o rítmo de sua respiração, o som de sua voz, o cheiro.

Sim, somos mamíferos.... Isso significa que você estará mais receptiva às necessidades dessa criança, estabelecendo uma melhor comunicação com ela. De uma maneira breve, “vestir” sua criança é uma maneira de mostrar que você está sempre disponível para ela e que a conexão que vocês formaram durante 9 meses de gestação não terminou no nascimento.

Quer ser a proxima a ter um texto sobre algo da maternidade, junto com uma foto sua?
Escreva para nós! maternajapao@gmail.com