Sempre quis ser mãe, desde bem menina, sonhava com isso, em carregar um bebê e sempre, sempre me imaginei num parto normal. Meu primeiro filho foi uma gravidez com “planejamento inconsciente” como brinca meu marido, já morávamos juntos há 01 ano e tínhamos acabado de marcar a data do casamento, comunicado às nossas famílias e decidimos viajar de carro para Porto Alegre para o Fórum Social Mundial. No retorno dessa viagem, descobri a gravidez. Foi um mistura de medo e felicidade que nos impulsionou; casamos, compramos nosso cantinho e tivemos nosso primeiro filho: Felipe. Na época do parto, eu tinha informação e acreditava que era suficiente. Havia lido algumas coisas e acreditava que a via natural de nascimento era o parto normal. Não fazia idéia dessa indústria de partos no Brasil. Começamos com uma GO, mas no final nos sentimos inseguros com ela e mudamos por indicação de uma pessoa que conhecemos num PS. Marcamos a consulta e o médico com um discurso lindíssimo, atendimento impecáve...
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