Quando engravidei do Igor, tinha 21 anos, fazia faculdade e havia acabado de conseguir um estágio na área, em uma grande editora. Nem preciso dizer que a notícia não me agradou nem um pouco. Felizmente, minha família é super aberta a discussões e a primeira pergunta que minha mãe fez quando lhe contei foi: "Você vai ter o bebê?". A possibilidade de não tê-lo, com o apoio da minha mãe, apazigou-me. Apesar de saber da ilegalidade, havia, sim, essa possibilidade. Resolvi ter. Não teria coragem de interromper uma gravidez, mesmo que as condições não fossem as mais favoráveis. A gestação foi uma fuga completa. Não me sentia grávida. Ora pensava em nomes e ficava feliz, ora chorava e fazia loucuras, como mudar todos móveis de lugar (incluindo guarda-roupa...) Durante os quase 8 meses (o Igor acabou nascendo prematuro, por causa de uma pré-eclâmpsia -- Freud explica...), ouvi as famosas frases "que barriga linda", "você está super bem, né?", "qual vai ser o ...
adorei! como uma ferramenta destas (blog), nas mãos de gente boa pode transformar a vida das mulheres, né?! Fiquei aqui imaginando como seria parir longe do meu país...um apoio como este faria toda a diferença!
ResponderExcluirParabéns Materna Japão!
nossa Ro o materna está cresecendo bastante ne!!!Ficou ótima a reportagem...muito legal...
ResponderExcluirAdorei a matéria, é muito legal discutir esses assuntos, e perceber que as pessoas estão mais abertas a rever seus conceitos, pensar e fazer escolhas conscientes!
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