5 de junho de 2009

Tentativa de um parto natural após cesarea

Este é um relato de uma dura prova que passei para tentar um parto natural após cesarea, em Arequipa, no Peru.

Tive 2 cesáreas antes da atual gravidez, uma por não ter “passagem” e outra porque já tinha a primeira. Isso aconteceu no Brasil.

Atualmente moro no Peru e aqui fiz meu pré-natal normalmente, mas no final da gestação, nenhum médico aceitou esperar por um trabalho de parto na “minha situação”. Não encontrei parteiras dispostas a tentar também, apenas uma obstetriz aceitou me acompanhar no pré-natal. Mas eu não me dei por vencida, mesmo sem o apoio de um “profissional”, fiz de tudo para lutar por meu parto até o ultimo momento.

No dia 02 de maio, sábado a tarde eu não me sentia bem e pensei que fosse pelo stress da semana que havia sido difícil, tinha tido muita pressão no trabalho e estava muito esgotada.

Mandei meu filho menor para dormir na casa da sogra e ficamos apenas com o mais velho.

Naquela noite, não consegui dormir. Não conseguia respirar direito, tinha muita dor de cabeça e aflição. Esperei até as 5:30 da manhã e fomos para a emergência da clinica San Juan de Dios.

Assim que cheguei, vieram vários enfermeiros e os médicos de plantão para me examinar e perguntando sobre tudo. Havia um enfermeiro que era nosso “conhecido” também e logo chamaram meu obstetra por telefone. Disseram-lhe que era para vir rápido porque eu estava com sinais de pré-eclampsia...

Eu estava desesperada, e escutava só a palavra "cesarea".

Finalmente ouvi: preparem uma sala que vamos subir de imediato, é caso para cesárea de emergência...

Em meio a essa confusão, ninguém havia se quer medido minha pressão arterial, apenas levaram em conta aquilo que eu havia dito. Então meu esposo pediu que medissem-na, e o resultado foi 140/90, como estava em casa.

Chamaram outro doutor que veio e começou a fazer uma série de perguntas: de quantas semanas de gestação eu estava, do meu histórico clinico e etc...

Disseram que meu obstetra havia ido ver uma paciente sua, quando soube de minha entrada na emergência. Eu pedi que não me fizessem cesárea antes de ter certeza que era um quadro de pré-eclampsia e pedi para ver também como estava o bebê, pois havia um enfermeiro que não conseguia ouvir o bebê e me apavorou perguntando se eu tinha certeza de que ele se mexia, além de “ouvir” minha artéria ao invés do coração de meu filho e disse que ele estava em sofrimento...

Bem, depois que o médico viu que fizeram toda essa confusão comigo e que minha pressão foi para 155/114, mandou chamarem outra vez meu obstetra.

Me deram uma pastilha de nifepidino ali mesmo, que tomei e me deu reação alérgica dentro de 20 minutos. Eu já não podia respirar novamente, pois sou alérgica a esse medicamento.

Enfim meu médico me chamou por telefone e me disse que se eu quisesse fazer a cesárea ele viria, pois estava com os filhos com crise de asma, mas que se não fosse assim, ele me deixaria a cargo do médico de plantão, mas eu deveria decidir naquele momento. Eu agradeci sua atenção e sinceridade, e disse que não faria a cesárea, e pedi que me fizesse o favor de solicitar o exame de proteína na urina para saber se eu tinha realmente o quadro de pré-eclampsia, porque do contrario, só queria um tratamento para equilibrar minha prssão arterial.

Fizeram o exame e deu negativo!

Assinei uns papéis pois não queriam me deixar sair do hospital e voltamos para casa as 10 da manhã.

As 11 horas comecei a sentir fortes contrações, calafrios e fortes dores de cabeça, um mal estar geral e chamei a obstetriz que estava de plantão em um hospital e logo foi me ver com um amigo obstetra que trabalha com ela.

Me disseram que deveria ir para a clinica imediatamente e meu esposo ficou desesperado! Fomos os três.

Chegamos lá e me colocaram ocitocina para induzir o parto (disseram que eu ficaria 8 horas com o soro) e que tentariam o parto "humanizado" que eu tanto queria (???). Se não houvesse dilatação nesse tempo eles fariam a cesarea.

Eu eu meu esposo não sabíamos o que fazer e aceitamos, mas no meu interior eu sabia como ia terminar esse processo artificial em meu corpo, mexendo com meu emocional e psicológico...

Bem começamos as 11:36 da manhã e as 3 da tarde eu já não agüentava mais, tinha contrações a cada 3 minutos, defecava em cada contração... Um toque, outro toque... No total foram 6 toques, muito incômodos, e nada de dilatar, o colo do utero estava posterior...

Eu disse ao médico que estava muito cedo para o parto e que estava com 39 semanas e 3 dias, meu organismo não estava preparado para o parto, sintei que por isso não respondia mecanicamente e não dilatava.

O médico me disse: Se vêm as contrações e teu colo não dilata é porque não vais dilatar nunca e você precisa realmente fazer a cesárea. Vou esperar até as 7:30 da noite, se não dilatar, cesárea amanhã cedo as 7 da manhã...

Imaginem: passei uma noite toda sem dormir, me tiraram a ocitocina as 7:30, até as 10 da noite as contrações seguiram ritmadas e fortes, depois na madrugada começaram a espaçar e as 4 da manhã ficaram a cada 40 minutos, depois cessaram...

Na madrugada, comecei a chorar quando fui tomar banho e pedi a Deus todo Poderoso, clamei para que Ele por favor me tirasse daquela situação, porque eu não tinha mais forças para lutar...

Meu esposo dormia na cama ao lado da minha, alguns amigos vigiavam também em oração e estavam o tempo todo conosco.

Pela manhã meu marido foi trabalhar e eu fiquei sozinha outra vez. Ouvi uma enfermeira dizer:

- La senõra Patricia Martins del cuarto tal hay que prepararla que ya viene el doctor con el equipo, estan con todo marcado para la cesarea, ella tiene su obstetriz particular que tambien va a acompañar la cirugia, entró con un cuadro agudo de pre-eclampsia, le hicieron induccion por ocho horas, no hubo respuesta, decidieron por la cesarea para salvar el bebe que esta en sufrimiento...

Escutei isso e pensei: que coisa, eu estou com pré-eclampsia e meu bebê em sofrimento? Desde quando? Como sabiam se estavam monitorando a todo tempo e seus batimentos estavam normais?

Nesse momento senti como que a voz de Deus me dissesse: "Reaja! Não se submeta a essa situação, pois és forte e valente e deixe que do resto eu me encarrego."

Então me decidi: Não vou aceitar isso!

O médico chegou com as enfermeiras e todo o aparato para prepararem-me para a cirurgia e eu pedi para falar com ele em particular. Comecei a chorar e não me lembro exatamente o que disse, mas disse que não ia fazer a cesárea e lhe pedi mais uma oportunidade, disse que havia falado com meu esposo e que nós dois queríamos isso. Agradeci por tudo e disse que só queria aquela oportunidade pois sabia que o bebê estava bem e eu também, e ele aceitou! Ficou sensibilizado e nisso chegou a obstetriz, ao que o médico lhe disse:

- Ven, entra que cambiamos los planes porque nuestra comadre aqui no quiere hacer la cesarea, nunca en mi vida profesional he visto a una mujer querer tanto asi un parto vaginal, nunca, jamas he visto eso en toda mi profesion, asi que voy a atender a su pedido, por favor acompañala a la clinica de Atahualpa para que le hagan una eco con flujometria doppler, quiero saber como esta todo con el bebe, las condiciones de la placenta y su oxigenacion, etc, etc, y para descartar una hipertension patologica del embarazo, si está todo bien, yo le daré de alta y la mandaré feliz a la casa...

E assim foi. Fizemos os exames e o bebe estava excelente, tudo normal e perfeito. E eu me senti vitoriosa por ter vencido essa prova!

Naquela semana fiz acupuntura para controlar a pressão que passou a 120/70 e cuidei da dieta alimentar também. Fiz repouso e recebi muito amor do esposo e dos filhos. Fiquei feliz em minha casa!

No dia 6 de maio acordei as 3 da manha meio mal, mas tinha dormido como um anjinho, esta tal acupuntura estava uma maravilha mesmo, minha pressão 120/70. Tudo estava legal. Eu comecei a sonhar com menstruação e acordei essa hora incomodada com umas cólicas chatinhas, chatinhas e fui para cozinha. Comi, fiz xixi e nada. Dormi de novo.

Acordei as 7:30, perdi a hora, tinha que arrumar o Viny para ir pra escola. O Fabian (marido) já tinha ido dar aula desde as 7, e eu continuava sonhando com a tal cólica... (!)

Fui fazer xixi de novo e surpresa!!! Bastante muco amarelo com aquele cheirinho de parto no ar... obaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

Dei mil pulos de alegria!!!

Estive toda a metade do dia perdendo esta geleinha. No começo bem abundante, depois bem menos. Até meio dia já tinha bem pouquinho, com uns filetes de sangue...

As contrações começaram as 9 da manha, no começo mais fracas, depois no final da tarde mais fortes e num ritmo mais regular, em torno de 20 a 15 minutos cada uma, com duração de 40 a 60 segundos cada...

Fiz exercícios durante e nos intervalos das contrações, e procurei ter um dia "normal". Sai, levei o filho na escola, voltei, arrumei coisinhas em casa. Sai fui na minha acupuntura a tarde e a noite a coisa pegou mesmo. Pensei: acho que agora vai!!!

Passei a madrugada entre pequenos cochilos e muitas contrações.

Pela manhã, meu marido ligou para a obstetriz que veio rapidamente me ver e me deu um banho de água fria. Eu estava com 1,5cm de dilatação apenas.

Fui para o chuveiro tentar relaxar um pouco, para tentar descansar também.

A obstetriz começou a querer me fazer ir para o hospital mas eu não queria e perto do meio dia, do dia 07 de maio, liguei para Ana Cris, parteira do Brasil.

Conversamos com ela duas vezes, eu e o Fabian. Ela nos orientou, deu pito e tudo, eu mandei todo mundo embora da minha casa como ela falou, fui pro chuveiro, fiquei lá uma hora, voltei, dormi por uns 20 minutos, e a coisa ficou insuportável!

Ela havia me dito para ir para o hospital na hora em que eu sentisse que o mundo ia acabar, e o mundo ja estava acabando, isso umas 4:30 da tarde. Confesso que desde as 2 da tarde eu já estava sei lá em que mundo viu... hahahahaha

Começou a dar um desespero no meu marido, porque eu já não tinha mais forças, as dores estavam muito encima uma da outra, eu só ficava agachada, de cócoras já não conseguia mais, ficava de quatro e só chorava baixinho, e respirava na dor, era uma atrás da outra.

Ele começou a chamar o povo, uns amigos, e eu não queria ninguém no quarto comigo. A gente começou a discutir, ele respeitou, mas todo mundo ficou lá embaixo no primeiro andar, na sala, na cozinha, mas todo mundo muito nervoso. Eu não tive apoio emocional em nenhum momento, eu me senti muito sozinha, não culpo o Fabian, mas ele não deu conta do recado junto comigo não, ele ficou muito, mas muito nervoso, e eu me fechei numa concha, comigo mesma, e só contei com minhas forças e com Deus.

As 6:30 da tarde, eu sozinha, sem ninguém, nem obstetriz, nem nada, sem saber a quantas andava a coisa, porque a dor era muita, só sabia que até as 2 da tarde só tinha 4 de dilatação, a obstetriz fez o descolamento da membrana e foi embora, porque discutimos eu falei para ela ir embora.

Nessa hora entra uma amiga minha, mulher do pastor da igreja, entrou sem pedir permissão nem nada, mas ela entrou no quarto, eu estava sentada na beira da cama, com uma cara de meio morta meio viva, só pegou na minha mão e olhou pra mim com um olhar de anjo, eu pensei que eu ia morrer, ficamos uns minutos em silencio, ela só comentou que o marido dela estava vindo do aeroporto que tinha ido buscar alguém lá, então depois de pensar e orar uns minutos eu falei pra ela:

- Me levem para o hospital, que eu não estou agüentando mais não... eu não quero ir, realmente eu não quero, mas eu acho que tenho que ir agora...

Cheguei na emergência do hospital, quinze para sete da noite do dia 7, me examinaram e fizeram mais um maldito toque e o medico de plantão disse:

- Ah, já esta com 7 centímetros, vai nascer em no máximo duas horas, lá pelas oito, oito e meia já nasceu, quem é seu medico?

Respondi:

- Não tenho medico, meu medico me abandonou no ultimo mês da gestação porque não queria fazer meu parto, queria marcar cesárea!

E ficou aquele clima, todos se entre olhando...

Sairam, confabularam, e voltou uma enfermeira, falando se eu queria um medico ou uma medica...

Naquela altura do campeonato, quem pode raciocinar, com tamanha dor, uma contração de minuto em minuto, eu falei qualquer coisa, nem lembro, mas só sei que em 15 minutos chegou uma medica, justo a primeira com quem eu tinha feito consulta de pré-natal e tinha detestado e nunca mais voltei... Não acreditei!!!

Nesta hora eu nem sabia, se ria ou chorava, eu só falei:

- Meu Deus, estou nas tuas mãos, porque nem sei o que vai acontecer aqui comigo neste lugar, só peço que cuides de mim e do meu filho, por favor...

Me levaram numa cadeira de rodas para o quarto andar, numa sala de dilatação, me colocaram em vários aparelhos, me colocaram soro, eu deitada, pedi pra pelo menos me subirem um pouco a cabeceira da cama, quem agüenta parir deitada? A dor fica insuportavel!!!

Passados uns vinte minutos entra a doutora, a obstetriz do hospital comigo, segurando na minha mão, a dor insuportável, mas eu só respirava, estava firme, pensando, meu filhote vai nascer daqui a pouquinho e tudo vai terminar...

Vem a doutora examinar o monitor fetal e os batimentos estavam baixando a 120, 110, daí que foi o meu fim...

Ela esperou mais 20 minutos, vieram três contrações fortíssimas e estourou a bolsa, estava com mecônio, bastante mecônio amarelo...

A doutora já pegou o celularzinho dela e começou ligar pra anestesista, auxiliar e tudo...

Eu comecei a chorar e já imaginei a palavrinha: cesárea!

E pensei: De novo como no meu primeiro filho!

A médica se aproximou e me disse:

- Patricia, filha, olha, tenho só duas opções para você, fórceps ou cesárea, você está muito, mas muito esgotada, ainda temos mais ou menos umas duas horas de expulsivo, o bebe é grande, está entrando em sofrimento, filha você vai ter que escolher...

Então eu disse:

- Cesarea doutora!!!

Chorei muito...Mal enxergava a doutora de tanto que chorava, mas eu falei, eu falei cesárea!!!

Me prepararam e me levaram para sala e foi a pior cesárea que alguém poderia ter!

Não conseguiam me dar a maldita anestesia, de tantas contrações que eu tinha, eu não podia ficar quieta, depois me deram a peridural, antes eu tinha tomado a RAC.

Eu sentia os cortes, eu gritava, eu chorava... O medico auxiliar me mandou calar a boca, daí eu chorava ainda mais!

Tiraram o Heitor e já cortaram imediatamente o cordão e levaram-no para aspirar. Ele não respirava e tiveram que ressuscitar.

A anestesista fala assim bem alto:

- Ah, tá morto...

O Fabian ajoelhou-se no chão e começou a orar chorando, e eu ali, deitada, imóvel sem poder fazer nada, e percebendo que meu filho não reagia, depois de 16 minutos ele começou a respirar, mas antes ficou todo roxo! Deu um miadinho feito gato...

Eu fiquei com os olhos fechados e orando. Percebi que ele nasceu cor de rosinha, inclusive o Fabian filmou, mas depois, quase me jogaram no teto para tirar ele, de tanto que me chacoalharam. Também usaram uns ferros para tirar ele que chegou a ficar com um galo uns 15 dias na testinha. Foi medieval...

Levaram-no para UTI neonatal, onde ele ficou por três dias e eu não pude vê-lo, mas graças a Deus ele ficou bom e viemos para casa no quinto dia. Não “arredei pé” do hospital sem ele! Me neguei a sair sem ele.

Depois de tudo, a doutora falou que ele estava demorando pra nascer porque estava com duas circulares do cordão na perninha esquerda que isso estava impedindo ele de sair, mas não sei se acredito, porque no dia anterior eu fiz uma ecografia completa dele e não tinha nada disso e acreditem, depois disso tudo a ecografia desapareceu! Evaporou! Ninguém soube onde foi parar. Que esquisito não?

No final, todo mundo queria botar a culpa em mim do bebe estar mal, no fato de eu ter ficado em casa desde o inicio e só ter procurado o hospital na ultima hora. As enfermeiras, médicos, todos me trataram muito mal, como se eu fosse uma mãe assassina, negligente. Me senti horrível!!!

No dia seguinte entra no meu quarto o meu antigo medico, entrou e se aproximou da cama e pediu perdão. Me abraçou, e falou que tinha ido ver o Heitor na UTI e que lamentava tudo o que tinha acontecido. Que ele não queria isso mas que minha teimosia tinha levado a tudo isso mas que enfim agora ele só desejava uma boa recuperação para mim e para o bebe...

Depois de tudo isso, quando voltei para checagem de rotina da cirurgia, recebi uma bomba: a médica me fez laqueadura!!!

Quase morri, quase tive um treco! Fiquei péssima!

Ela se justificou falando que pensava que eu ia ficar feliz, por não ter que passar de novo por tudo que eu passei!

Depois da cirurgia me deram um remédio e eu capotei, só acordei no dia seguinte no quarto, por isso não soube de nada.

Ela disse que meu útero estava muito fininho e que com a minha pressão alta este quadro era muito critico que o melhor nestes casos e pela minha idade (36) para se evitar problemas futuros de uma gravidez de alto risco era fazer a laqueadura... E resolveram fazer na hora.

Não acreditei que fizeram isso comigo!

Me sinto acabada, estou me sentindo roubada, estou revoltadíssima!

Meu marido não assinou nenhuma autorização para isso!

Achei um crime o que fizeram comigo, mas eu não estou no meu pais, nem posso reclamar de nada... Só me sinto muito, mas muito mal...

Eu lutei muito, com todas as minhas forças e gostaria de dizer as mulheres que lutem e que encontrem profissionais competentes e de confiança para lhes ajudar em seus partos.

Não me dou por vencida, falei para o meu marido que se eu quiser ter outro filho, vou a luta, vou fazer inseminação artificial, sei la, vou atrás, e ainda vou lutar pelo meu parto, isso sim, mas vou dar um tempo pra respirar e recuperar, daí vou planejar tudo desde o começo.

Acredito que ainda vou dar uma reviravolta nesta historia!

Patricia Martins é casada com Fabian e tem três filhos. É brasileira e mora em Arequipa, no Peru.

2 comentários:

Penelope Brito disse...

Nossa, Patrícia! Que violência!!! Em todos os sentidos... Não te respeitaram, te violentaram, te puniram por nada, te roubaram um sonho... Sinto muitíssimo... Você é uma mulher forte e guerreira, parabéns por todos os seus passos. Pena não ter alguém do seu lado para te apoiar, te acalmar e conseguir te levar até o final tendo a certeza de que era a melhor escolha...
Parabéns por tudo! Sinto muito por todo o sofrimento que te causaram. Sejam muito felizes!

Mamãe Larissa disse...

Nem sei o que dizer... Eu nunca tinha ouvido uma históra assim de laqueadura sem autorização! Quando tive minha primeira filha eu sentia mutas dores na sala de pós-parto e ao meu lado tinha uma moça que era paciente da mesma GO e que estava com as mesmas dores e a enfermeira falou que era por causa da laqueadura! Eu fiquei em pânico pensando que a GO poderia ter se confundido e feito a laqueadura em mim tbm... Imagina isso acontecendo de verdade!!!!
Ainda bem que ela é guerreira e vai superar isso tudo!
bjs

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